Descoberta a maior caverna do mundo: são 347 quilômetros de extensão

Descoberta a maior caverna do mundo: são 347 quilômetros de extensão

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Explorações arqueológicas descobriram no México, mais precisamente no Grande Aquífero Maia, a maior caverna do mundo. A localidade subaquática, chamada de Sistema Sac Actun, tem inicialmente 347 Km de extensão e guarda também uma séria de vestígios da antiga civilização Maia.

“Tem mais de uma centena de contextos arqueológicos, dentre os quais são evidentes os primeiros colonos da América, bem como a fauna extinta e, claro, a cultura Maia”, explica o arqueólogo marinho Guillermo de Anda do Instituto Nacional de Antropologia e História do México, responsável também pelo projeto Projeto do Grande Aquífero Maia (GAM).

Sac Actun faz parte de um extenso complexo com 358 sistemas de cavernas submersas, abrangendo cerca de 1.400 quilômetros de túneis de água, localizados no estado mexicano de Quintana Roo, na Península de Yucatán, costa do Caribe. Esse labirinto aquático é tão diverso que há túneis com ecosistemas diferentes como Dois Ojos, com 93 quilômetros de extensão.

Como o mapeamento e a pesquisa não terminaram é possível que a extensão de Sac Actun aumente. No entanto, ela é a maior caverna do mundo, superando o Sistema Ox Bel Ha, também localizado em Quintana Roo e que possui 270 km de extensão. Para os cientistas que trabalham no projeto é a chance de viajar 10.000 a 12.000 anos no tempo, dada a preservação de tudo que foi encontrado nos túneis pela expedição.

Veja um vídeo com imagens da exploração de Sistema Sac Actun:

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O Lázaro de Ilha Grande

O Lázaro de Ilha Grande

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A Ilha Grande é um dos destinos com várias histórias desde que o Brasil foi colonizado pelos portugueses. Neste blog você vai conhecer alguma delas, começando pelo Lázaro localizado no arquipélago na Vila do Abraão. Construído por Dom Pedro II no século XIX, o hospital de quarentena foi concebido para receber imigrantes e viajantes que chegavam por aqui portando cólera, geralmente contraído em navios.

A história da construção do Lazareno começa com uma viagem do imperador até Angra dos Reis, no dia 5 de dezembro de 1863. Nesta viagem, ele passou pela enseada de Palmas e do Abrãao. O monarca acabou pernoitando na Fazenda do Holandês e, durante essa estadia, também fez uma doação para a construção da igreja de São Sebastião, localizada na praça central do vilarejo. Toda essa aventura foi registrada em textos e desenhos em um diário de viagem, guardado no Museu Imperial de Petrópolis.

A construção do Lázaro começa em 1884, impulsionando significativamente a ocupação da Vila de Abraão. Na mesma época, a Coroa também adquiriu a Fazenda do Holandês, uma propriedade que se estendia da praia Preta até a atual ponte de atracação do Abraão. Dois anos depois, o hospital de quarentena era inaugurado e obedecia o critério adotado pelos navios de passageiros com divisão de classes: pavilhões de 1ª, 2ª e 3ª classes. Haviam restaurantes, armazéns para cargas e bagagens, laboratório bacteriológico, enfermaria e farmácia, além de belos jardins. O Lazareto funcionou até 1913 tendo atendido 4.232 embarcações, das quais 3.367 foram desinfetadas. Historiadores acreditam que o encantamento de Dom Pedro II durante a passagem pela Ilha Grande influenciou na escolha do local.

O Lázaro funcionou até 1913, quando foi fechado por Oswaldo Cruz, uma vez que ficou comprovado que esse tipo de isolamento não era eficaz para conter doenças. Com a Revolução Constitucionalista em 1932, Getúlio Vargas reabre o local com a função de presídio, abrigando alguns presos políticos como o escritor e imortal Orígenes Lessa. Com a construção do presídio em Dois Rios, no outro lado de Ilha Grande, os apenados foram removidos para lá.

Em 1954, Carlos Lacerda, então governador do Rio de Janeiro, mandou demolir o Lázaro com tiros de canhão. Da infraestrutura sobre apenas a parte subterrânea, que pode ser visitada até hoje por quem deseja passear por Ilha Grande.

Agende seu mergulho em Ilha Grande com a Onda Azul e aproveite para conhecer o Lázaro da região.

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‘A Búzios de Bardot’

‘A Búzios de Bardot’

‘A Búzios de Bardot’

‘A Búzios de Bardot’

No início dos anos de 1950, Brigitte Bardot era uma das estrelas mais cobiçadas do cinema mundial. E não era por pouco. A francesa tinha no seu currículo filmes como ‘Helena de Troia’, ‘E Deus criou a mulher’ e ‘Babette vai à Guerra’, sendo alçada à categoria de sexy simbol da época. Além dos filmes, a atriz tem em seu currículo o fato de ter colocado balneário de Búzios como um dos locais mais conhecidos do mundo.

Ela aportou na cidade quando a região era somente uma colônia de pescadores, há mais de 50 anos. A badalação atual dava lugar ao sossego e ao bucolismo de um local que era perfeito para quem queria sumir um pouco do mapa. E foi o que aconteceu com a atriz francesa, quando escolheu Búzios para uma pausa de quatro meses junto com o namorado marroquino-brasileiro Bob Zagury em 1964. Tudo depois de fugir da perseguição de imprensa no Rio de Janeiro.

“Guardo recordações únicas. Uma lembrança mágica, magnífica. Na época era apenas uma aldeia de pescadores sem água encanada ou eletricidade. Vivíamos como Robinson Crusoé em praias selvagens e desertas. As ruelas eram cheias de leitões pretos e galinhas. Nós vivíamos de pesca, farofa, mangas e muito sol”, disse em entrevista à Folha de São Paulo em 2017.

Brigitte Bardot em Búzios

Uma matéria do jornal O Globo de 2014 reforça essa visão de paraíso selvagem. Segundo a reportagem, um dos principais programas de Bardot era passear de barco, curtindo as praias de Manguinhos e João Fernandes. Cabia ao namorado, praticante de pesca submarina, levar os peixes que a atriz cozinhava durante a temporada no balneário. Na época, nada de água encanada, pousadas, restaurantes e muito menos o agito da Rua das Pedras. Búzios era um porto de calmaria em meio ao Brasil que iria conhecer uma Ditadura Militar no mesmo ano.

A tranquilidade fez com que a atriz tentasse repetir a experiência no Réveillon de 1965. Mas, desta vez, nada de sossego. A paz da primeira estadia deu lugar a perseguição, aos paparazzis e ao assédio da imprensa. Isso fez com que a Bardot nunca mais voltasse ao balneário, mas deixou um legado que atraiu décadas depois para a região, artistas como Mike Jagger e bandas como U2 e Queen.

Para celebrar Brigitte Bardot, Búzios tem uma estátua em homenagem à atriz. Além disso, a orla da cidade leva o sobrenome da francesa. Nada mais justo para um ícone que mudou para sempre um antiga colônia de pescadores. A experiência da francesa virou tema para o documentário ‘A Búzios de Bardot’.

Abertura do desenho do ‘Aquaman’

Aproveite para dar um mergulho com a Onda Azul e conheça a região que encantou Brigitte Bardot.

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Aquaman pode incentivar as pessoas a praticar mergulho. Conheça os bastidores do filme

Aquaman pode incentivar as pessoas a praticar mergulho. Conheça os bastidores do filme

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O filme ‘Aquaman’ estreou nos cinemas em dezembro faturando bilhões nas bilheterias no mundo inteiro. O longa baseado em herói homônimo da DC Comics pode contribuir para aumentar o interesse pela prática do mergulho. Diferente das produções que exploram o medo dos tubarões, monstros irreais, além de outras fantasias que são irreais que só servem para aumentar a desinformação das pessoas sobre o mar.

Para transpor o universo aquático do herói para as telonas, o diretor James Wan algumas preocupações como, por exemplo, imaginar como os personagens falariam debaixo d’água. “Eu disse aos atores: apenas fale como você fala. Imagino que os atlantes falariam da mesma maneira que você e eu falamos na superfície e no ar, certo?”, explicou o cineasta responsável por filmes como ‘Jogos Mortais’ e ‘Velozes e Furiosos’.

A preocupação não é por acaso. Num mergulho, com equipamentos usuais, a única forma de comunicação é feita por sinais. Além disso, nosso corpo sofre uma pressão atmosférica e isso se reflete em áreas como orelhas, na máscara, nos sinos nasais e nos pulmões. Tudo porque os gases dentro do corpo se comprimem, mas nada que prejudique a experiência de mergulhar.

Como todo bom filme de herói, a ‘Aquaman’ abusa das cenas de ação aquática. Obviamente todas elas foram criadas com efeitos especiais como você pode ver no vídeo sobre os bastidores do longa. Imagine se Wan tivesse que colocar todo elenco para mergulhar para criar as cenas? Pelo menos Jason Momoa sairia mais forte e com pelo menos 400 a 500 calorias a menos das gravações. Essa é a média que o corpo perde durante o mergulho. No caso de água fria ou com leve correnteza, o gasto energético pode oscilar entre 500 a 1200 calorias por hora!

Abertura do desenho do ‘Aquaman’

Outra contribuição importante que o filme traz é revelar que os mares e oceanos têm uma diversidade de belezas naturais. O contato com essa diversidade amplia a nossa visão sobre proteção desses ecossistemas, além de ajudar a aliviar o estresse da nossa vida diária e sedentária nas grandes cidades. Quer mergulhar conosco? Veja a nossa agenda de viagens.

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