Presidente da Embratur fala em priorizar o turismo aquático

Presidente da Embratur fala em priorizar o turismo aquático

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Recém empossado na presidência da Instituto Brasileira de Turismo (Embratur), Gilson Machado Neto deu entrevista à Revista Época, em que abordou quais serão os seus objetivos nos cargos. Médico veterinário, sanfoneiro da banda de forró Brucelose, ele é dono de uma pousada em São Miguel dos Milagres (Alagoas).

Dentre as principais propostas, Neto avalia que o Brasil precisa de incentivar mais o turismo de mergulho. Na modalidade, o esportista procura locais onde pode explorar a biodiversidade, naufrágios ou que tenham uma atração aquática. Segundo o presidente da Embratur, esse tipo de iniciativa é “muito forte pelo mundo e gera bons recursos nos país onde é incentivado”.

Para viabilizar a ideia, Neto afirma que vai procurar as empresas privadas da área de turismo. “Queremos atrair parceria com parques, equipamentos e clubes náuticos como marinas, estátuas, monumentos de afundamentos de navios e aviões de guerra, museus submersos, campeonatos de pesca, locais para a contemplação da natureza e biodiversidade”, explicou durante a entrevista.

Além de abordar o turismo de mergulho, área que a Onda Azul atua, Neto disse ainda que um dos principais problemas do Brasil é a burocracia. Ele aponta que “entraves desnecessários causam a perda de uma massa de turistas”. Esse cenário, junto com o alto preço das passagens e a violência, impedem o aumento do fluxo de visitantes no país.

Se conseguir desburocratizar o setor, já teremos um grande avanço para no setor de Turismo. Segundo a pasta que trata do assunto, em 2018 o Brasil recebeu cerca de 6,6 milhões de turistas. Um número expressivo, mas comparado ao Museu do Louvre (10,2 milhões) em Paris, vemos que ainda podemos ir mais longe.

Leia a entrevista completa.

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Conheça uma pouco da ilha de Yap, na Micronésia

Conheça uma pouco da ilha de Yap, na Micronésia

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Yap é considerada uma dos melhores locais para a prática do mergulho no mundo. A ilha, localizada na Micronésia, perdida no meio do Pacífico, também está ameaçada pelo aquecimento global e a poluição dos oceanos. Ainda assim, continua atraindo mergulhadores em busca de águas claras, naufrágios e um encontro com tubarões e as gigantes raias manta.

Uma das atrações são os destroços da Segunda Guerra Mundial, quando o arquipélago serviu de base militar. O lugar era um caminho para que os americanos pudessem chegar a Filipinas e ao Japão. A posição privilegiada fez com que os ianques atacassem a ilha sistematicamente. Acredita-se que existam ainda mais de 120 corpos desaparecidos e pelo menos 30 aviões caíram em Yap. Esses destroços viraram atração para os visitantes que se hospedam por lá.

Outro patrimônio da ilha é a tradição secular de fabricar dinheiro de pedra, o Rai. Mas se engana se você pensa que pode colocá-lo no bolso, pois cada ‘moedinha’ tem 4 metros de diâmetro. Existem menores, de 3,5 centímetros, mas a grande atração são os grandes discos encontrados em várias partes da ilha, feitas em calcita. Os locais sabem de quem são cada uma das 6.800 peças que existem no arquipélago e o valor de cada é dado pela dificuldade para serem obtidas. Para você tenha uma ideia, as moedas podem mudar de dono, quando há um casamento, transferência de titularidade de terra ou compensação por algum prejuízo.

Voltando aos mergulhos, Yap é um local onde os visitantes podem encontrar uma grande variedade de animais marinhos de todos os tipos: desde raias mantas gigantes até barreiras de corais coloridas. Há lugares como Vertigo, onde você conseguirá nadar entre tubarões de recife. A visibilidade na arquipélago, em geral, 30 metros e também existe a possibilidade de mergulhos profundos. A melhor época para estar na ilha e ver as gigantes mantas é novembro, mas a riqueza deste local pode ser conhecida o ano inteiro.

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