Conheça a Floater, a roupa para quem tem medo de ambientes aquáticos

Conheça a Floater, a roupa para quem tem medo de ambientes aquáticos

imagem-destacada-conheca-a-floater-a-roupa-para-quem-tem-medo-de-ambientes-aquaticos
O medo de ambientes aquáticos como piscinas, praias e cachoeiras é uma realidade para muitas pessoas, pensando nisso o surfista e empresário Mark Okrusko inventou a Floater.  A vestimenta se parece com uma roupa de mergulho e também é feita em tecido neopreme.

Mas ao contrário de cintos de flutuação que podem deixar o usuário voltado para baixo e de coletes salva-vidas que podem subir ao pescoço, a Floater apresenta um painel de flutuação no peito e oferece uma maior sensação de segurança e conforto.

A Floater é vendida pela Airtime Watertime e pode ser a solução para quem quer enfrentar o medo de estar na água. Veja um vídeo da roupa em ação.

Hilma Hooker: o cargueiro que virou local de mergulho

Hilma Hooker: o cargueiro que virou local de mergulho

imagem-destacada-hilma-hooker-o-cargueiro-que-virou-local-de-mergulho
Era verão de 1984 quando o Hilma Hooker, cargueiro holandês de 1951, apresentou problemas em Bonaire, no Caribe, e foi rebocado porto de Kralendijk com dificuldades técnicas.  A embarcação de 236 pés, construído em Krimpen aan den IJssel, na Holanda, começava a levantar suspeitas das autoridades locais.
De pose da documentação do navio, elas fizeram uma pesquisa na Interpol e no FBI e descobriram que o cargueiro vinha sendo investigado por tráfico de drogas. Vasculhando a embarcação, descobriram uma falsa antepara com 10 toneladas de maconha. A tripulação do Hilma Hooker foi presa e, o navio, apreendido.
Mas operadores de mergulho viram na embarcação uma possibilidade de construir um local que serviço de atração para quem quisesse se aventurar nas águas de Bonaire e pressionaram o governo. A localização do naufrágio foi escolhida a dedo para mergulhadores; fica a pouca distância da costa, próxima a dois recifes de coral e dentro de limites do mergulho recreacional. No 12 de setembro de 1984 o Hilma Hooker foi afundado.
Este vídeo mostra como é explorar o cargueiro holandês. Em nosso último post mostramos a farra do uísque.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

Você está preparado para uma viagem embarcada? Veja as dicas

Você está preparado para uma viagem embarcada? Veja as dicas

imagem-destacada-voce-esta-preparado-para-uma-viagem-embarcada-veja-as-dicas

Uma viagem embarcada, em geral, é um dos primeiros sonhos de quem começa a praticar o mergulho de forma profissional. Porém, antes de realizar este desejo, é necessário que você esteja preparado. Por isso, preparamos algumas dicas para quem quer, literalmente, embarcar nesta aventura.

Você está preparado?

Talvez essa seja a pergunta mais difícil de responder. Uma viagem embarcada pressupõe uma aventura sem muito conforto ou mordomias dentro de um barco. Recomendamos que você tenha bastante vivência mergulhando antes de entrar neste tipo de aventura. Avalie ainda qual o tipo de mergulho que será feito no destino: um mergulho em destroços; visita à cavernas submersas, etc. O importante que você tenha maturidade e experiência para essa experiência e isso, algumas vezes, são características bem relativas.

Como escolher o seu destino?

Uma viagem embarcada pode te colocar para mergulhar nos melhores locais do mundo. Por exemplo, você pode escolher ver um animal específico, como as baleias na Ilha de Abrolhos ou explorar um naufrágio famoso. É necessário entender as condições de mergulho também e a temperatura que você encontrará durante essa aventura. Além disso, o equipamento que você necessita.

Pode ser ainda que durante a viagem, haja mudança de planos por causa das condições do mar. É necessário estar preparado para isso. Afinal de contas, o capitão do barco e a equipe zelam pela segurança de quem vai mergulhar.

O que você deve levar?

Um dos grandes erros desse tipo de viagem é o excesso de bagagem. Em geral, um mergulhador na sua primeira viagem imagina tudo aquilo que vai precisar e leva o dobro. Ledo engano!

Faça uma lista de itens que você vai precisar e outra com equipamentos que precisam de manutenção ou ajustes para a aventura. Faça uma checagem da bateria do computador de mergulho, das lanternas e das câmeras. Tenha sempre uma máscara extra e tiras para nadadeiras. Se você não quer levar todo o seu equipamento, pergunte a empresa responsável pela viagem se haverá material para alugar e quais serão.

Lembre-se de carregar roupas confortáveis para os momentos em que você não estiver mergulhando. Verifique a previsão do tempo para saber quais roupas você tem que levar e, o mais importante, tenha em mente que não haverá muito espaço dentro do barco.

Finalmente: se preocupe em levar medicamentos básicos ou qualquer outro que você faça uso.

Você precisa de uma companhia?

Se a resposta é não, a maioria das empresas que oferecem o serviço levam grupos de pessoas. É uma ótima oportunidade para fazer amigos. Além disso, em geral, o esquema de mergulho é feito em duplas, com os responsáveis colocando mergulhadores com o mesmo nível de experiência.

Se a sua dupla não combina com você, converse com o responsável pela viagem para haja um consenso entre vocês.

Como serão as acomodações?

Conforme falamos no início do texto, não espere muito conforto para esse tipo de viagem. Nada de cabines privativas, por exemplo. Mas tudo depende também de quanto você está investindo neste tipo de experiência. Pode ser que você tenha que dividir o banheiro e acomodações com os outras pessoas. Faça uma pesquisa e procure saber essas informações.

Quanto mais conforto você quiser, mais caro vai custar o serviço. Tente saber previamente quantas pessoas estarão com você nesta aventura.

Despesas extras!

Esteja preparado para despesas extras, afinal imprevistos podem acontecer. Além disso, se você precisa dormir em um hotel antes de embarcar, isto tem que estar previsto no seu orçamento. Aproveitar para fazer outros passeios ou visitar áreas turísticas durante essa viagem podem gerar mais custo.

Além disso, tenha sempre dinheiro guardado para uma emergência e faça um seguro viagem. Prevenção nunca é demais! A dica que damos nesta tópico é colocar 20% a mais sobre o valor total. Além disso, preste atenção no serviço que foi pago, pois se a equipe responsável pelo barco enxugar o seu equipamento de mergulho, por exemplo, isso pode gerar uma cobrança extra.

Boa viagem!

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

Dicas para quem quer praticar o turismo sustentável

Dicas para quem quer praticar o turismo sustentável

imagem-destacada-dicas-para-quem-quer-praticar-o-turismo-sustentavel

O Turismo é uma das áreas que mais geram dinheiro no mundo. No entanto, ao visitar uma região, precisamos fazer a nossa parte para que ele seja uma atividade sustentável, pensando sempre no impacto social, econômico e ambiental. São atitudes que minimizam nossa influência nos ambientes em que estamos presentes. Para isso, trouxemos algumas dicas para ajudar. Porém é necessário salientar que um turista consciente é, antes de tudo, um bom cidadão em sua cidade de origem.

Cultura local tem que ser respeitada

Entenda como funcionam as tradições locais e quais são as questões sociais da região que você está visitando. Usar algumas palavras no idioma do país, seguir regras de comportamento diferentes das suas, estar consciente dos hábitos e valores das pessoas daquela região são formas de respeitar a cultura local.

Seja um agente transformador

Para isso, valorize os negócios locais: se hospede em hoteis e vá em restaurantes gerenciados por pessoas da região. Consumir o artesanato e produtos que são fabricados por quem vive naquele local também é uma forma de subsidiar a economia regional.

Preserve o meio ambiente

Como falamos, o turismo sustentável tem uma preocupação ambiental. Logo, não deixe lixo nos pontos de visitação, economize luz e água. Também tenha em mente a questão do desperdício de alimentos, consumindo somente o necessário.

Transporte

Por que não visitar um ponto da região de bicicleta, por exemplo? Preocupar-se com as emissões de CO2 é praticar o turismo sustentável. Privilegie também o transporte público em seu deslocamento para os locais de visitação.

Valorize o turismo de experiência

Sim, é importante incentivar o ecoturismo ou turismo rural, pois essas práticas, no geral, tem uma preocupação com a conservação do meio ambiente e os impactos da nossa presença.

Priorize quem é sustentável

Procure saber se o estabelecimento que vai te hospedar tem práticas sustentáveis. Reciclagem de lixo, uso de energia solar, aproveitamento das águas da chuva são algumas delas. O Prêmo Braztoa de Sustentabilidade (Brasil), e o selo Ecolabel, da União Europeia, são iniciativas que reconhecem práticas neste sentido, assim como o Global Sustainable Tourism Council.

Voluntariado

Pesquise e ajude iniciativas locais que protejam animais ou estão em defesa dos Direitos Humanos. Mas calma! Antes de ingressar, verifique se elas estão realmente desenvolvendo um trabalho para resolver esses problemas.

Direitos básicos em foco

Lugares que violam direitos básicos dos animais ou humanos devem ficar fora da sua lista. Na Argentina, por exemplo, temos o controverso zoológico de Luján, frequentemente acusado de maus tratos. Em algumas regiões da Índia, os elefantes são explorados como atrações turísticas. Fique atento.

Com informações do Skyscanner

"Lembre-se especialmente no turismo de mergulho de não consumir plástico de uso único, como copos e canudos descartáveis. Se você está num barco e o refrigerante é de lata de alumínio, que é reciclável, beba direto da lata, não precisa de canudo nem de copo! É importante termos em mente que a maior parte absoluta do nosso lixo vai para os mares. Então temos não só o direito de mares e praias limpas, como o dever de não contribuir para a poluição bem como de catar todo lixo que vermos nestas áreas e dar a destinação correta. E no mergulho é nossa obrigação não molestar, incomodar e nem sequer tocar na vida marinha. Lembre-se: Deixe apenas saudades, leve apenas boas lembranças e tire apenas fotos!"

Paulo Guilherme "Pinguim"
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

Empresa americana cria ‘mochila flutuante’ e promete reduzir em 86% o impacto nas costas

Empresa americana cria ‘mochila flutuante’ e promete reduzir em 86% o impacto nas costas

imagem-destacada-empresa-americana-cria-mochila-flutuante-e-promete-reduzir-em-86-o-impacto-nas-costas

Imagine carregar equipamento, roupas e outros acessórios sem tanto sofrimento? Essa é a promessa da ‘mochila flutuante’ HoverGlide, criada pela Lightning Packs, uma empresa americana. A novidade promete minimizar os impactos nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos.

Segundo o fabricante, a mochila é resultado de estudos realizados por fisiologistas fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). A tecnologia usada que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em algumas regiões da Ásia.

Na prática, a mochila tem quadro que funciona como um trilho. Conforme andamos, a bolsa desliza pela área fixa, subindo e descendo. Abaixo, o vídeo mostra o funcionamento da ‘mochila flutuante’.

A mochila deve começar a ser vendida em setembro, após ser financiada no Kickstarter. O fabricante de disponibilizar quatro modelos inicialmente: de modelos para o dia-a-dia, passando por produtos para camping e escaladas.

Nossas costas agradecem!

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

Por que mergulhar utilizando o barco de um amigo pode não ser uma boa ideia?

Por que mergulhar utilizando o barco de um amigo pode não ser uma boa ideia?

imagem-destacada-por-que-mergulhar-utilizando-o-barco-de-um-amigo-pode-nao-ser-uma-boa-ideia

Um dia de sol pode ser ótimo para mergulhar. Ainda quando temos amigos que possuem uma embarcação. Pode ser uma ótima forma de passar o tempo, aproveitando uma oportunidade, certo? A resposta pode ser não. Ainda mais porque mergulhar exige um preparo técnico e tático – principalmente quando se trata de prevenção para situações de emergência. Mergulhar exige muito mais do que um barco e os cuidados garantem que a atividade seja segura. Mostramos alguns pontos que impedem a prática do mergulho em embarcações de amigos.

Equipamento

Quando você tem um barco, há procedimentos para o capitão e a tripulação. Geralmente, usados em situações de emergência e fazem referência ao uso dos equipamentos a bordo. Essas dispositivos de segurança podem salvar a sua vida. São eles:

  • Colete salva-vidas
  • Rádios transmissores para acionar autoridades portuárias, serviços de emergência e outras embarcações
  • Extintores de incêndios sobressalentes
  • Radiobaliza Indicadora de Posição de Emergência por Satélite
  • Kit de primeiros-socorros
  • Oxigênio de Emergência

No Brasil, dependendo do tipo de embarcação, os equipamentos necessários são esses.

E não é só o equipamento para situações de emergência que é necessário, mas a tripulação tem que estar treinada. No caso de um mergulho com um amigo: você ou ele têm acesso aos equipamentos? Você ou seu amigo sabe usá-los durante uma situação de muito estresse?

Tripulação

Você seu amigo têm experiência, são marinhos qualificados ou mergulhadores de resgate? Em caso de emergência, dentro ou fora da água, vocês precisarão de pessoas treinadas, prontas para ajudar. Será que você e seu amigo estão preparados para lidar com as seguintes situações?

  • Mergulhador nervoso ou desacordado na água
  • Fogo nos equipamentos da embarcação
  • Tempestades e mudanças abruptas no tempo enquanto os mergulhadores estão na água
  • Mergulhadores perdidos
  • Problemas causados por descompressão e/ou ferimentos causados pelo mergulho

Tripulações que trabalham com mergulho estão acostumadas a lidarem com esses tipos de cenários. Eles geralmente são esquecidos, porque suas habilidades não são requisitadas na maior parte do tempo. Mas se há um problema, eles estão prontos para ajudar.

Ao menos que você e seu amigos sejam marinheiros e mergulhadores experientes, é recomendável que os mergulhos sejam assessorados por profissionais da área. Emergências podem acontecer a qualquer momento e, por isso, uma equipe preparada e com equipamentos adequados podem evitar fatalidades. Deixe quem está treinado cuidar para que o seu mergulho aconteça perfeitamente. Mergulhar tem riscos como qualquer outra atividade, mas quando executado dentro das normas de segurança, é muito tranquilo.

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

Porque você deve construir um diário de mergulho

Porque você deve construir um diário de mergulho

imagem-destacada-porque-voce-deve-construir-um-diario-de-mergulho

Ter um livro de registro de mergulho pode ser uma tarefa chata ou a parte mais interessante da prática do esporte. Acreditamos muito na segunda opção e, por isso, resolvemos dar algumas dicas para você desenvolver algo traga valor para os seus registros.

Comece imediatamente

Se você está começando a mergulhar, organize-se para guardar as informações para o seu diário de bordo. As informações do seu computador de mergulho vão te ajudar a construir esse registro. Para começar, recomendamos guardar os seguintes dados:

  • Equipamento usado;
  • Pressão das temperaturas no início e no fim do mergulho – se o seu computador não for integrado com o sistema de gás;
  • Local de mergulho;
  • Companheiro de mergulho;

Guarde o seu diário

Muitos mergulhadores fazem registros de mergulho a partir das técnicas que são ensinadas nas escolas para mergulhadores ou compram alguns modelos vendidos em lojas especializadas. Atualmente é possível usar aplicativos no celular como o Dive Number, disponível para Android e iPhone.

Trate como um jornal

Gastar um bom tempo montando um registro de mergulho é valioso para o resultado final. Use a seção de notas para mostrar o que você viu, o que sentiu e quais são as suas ideias pós-mergulho. Isso pode resultar em duas coisas:

O seu registro de mergulho vai contar informações valiosas que poderão ser usadas posteriormente em outros mergulhos

O seu registro de mergulho pode se tornar uma coleção de experiências que podem ser revisitadas a qualquer momento.

Coloque fotos e notas

Mergulhadores usam equipamentos e ferramentas para seus mergulhos ou melhorar a experiência dentro da água. Esses detalhes devem constar nos seus registros e ajudam a aprofundar o conhecimento sobre aquela aventura.

Se durante a atividade você tirou fotos ou fez algum outro tipo de registro, acrescente ao seu registo de mergulho. Assim, contando em detalhes, fica mais fácil extrair informações para novas aventuras e, com isso, ele pode se transformar em um diário de mergulho.

Organize tudo!

Independente do método que você usar para construir o seu registro de mergulho, a coisa mais importante é continuar ativo e manter o seu diário atualizado. Ele é a prova da sua experiência com mergulho, mas tem que ser funcional para você.

O registro de mergulho acaba virando um verdadeiro amigo diário das suas aventuras e diversão embaixo d’água! Traz surpresas inesperadamente, por exemplo, você descobrir que está fazendo 20, 50, 100 mergulhos. Cada um deles é motivo de comemoração e muitas vezes expectativas. Vocês não imaginam a minha emoção ao notar que preenchia os meus mergulhos de número 999 e o de número 4999. Imaginem a vontade de fazer os próximos e cumprir estas metas”, explica Paulo Guilherme Pinguim, diretor e mergulhador da Onda Azul.

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

Noronhe-se!

Noronhe-se!

imagem-destacada-noronhe-se

A Onda Azul resolveu trazer a opinião do mergulhador e fotógrafo submarino Roberto Palmer. Neste artigo, ele fala um pouco sobre a sua experiência em Fernando de Noronha, arquipélago que é um sonho de todo mundo. O texto tem muitas informações para quem quer partir para um aventura neste paraíso.

Agora vamos ficar no Brasil e no lugar que é considerado um paraíso tanto por mergulhadores como por aqueles que não mergulham. Fernando de Noronha é um dos destinos mais desejados por muitos brasileiros e é um lugar belíssimo. Um arquipélago formado por 21 ilhas vulcânicas e ocupa uma área de 26 km². Faz parte do estado de Pernambuco e está a 545 km de Recife e a 360 km de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte. Seu ponto mais alto, o morro do Pico, possui 323 metros de altura.

Noronha possui mais de 100 pousadas e/ou hotéis, desde as pensões mais baratas até os hotéis 5 estrelas. Uma pesquisa na internet ou a sempre eficiente opiniões de amigos que lá estiveram é imprescindível para evitar problemas quando da chegada à ilha. São muitas opções em praticamente todos os lugares da ilha e uma pesquisa anterior é sempre uma boa ideia. Existem vários sites com informações sobre Noronha e entre eles estão os seguintes:

Taxas:
TPA – Para entrar em Noronha é obrigatório o pagamento da taxa de preservação ambiental cujo valor depende do número de dias que ficaremos na ilha. Ela varia de R$ 73,52 para um dia até R$ 5.183,78 para uma permanência de 30 dias. O valor a ser pago pode ser visto neste site.

Taxa Ingresso – Desde 22/09/2012 há uma nova taxa a ser paga ao visitar Fernando de Noronha.

Além da TPA, cobrada ao chegar, agora há uma segunda taxa, ou melhor, um ingresso para visitar a área do parque nacional marinho. Custa R$ 106,00 para brasileiros e R$ 212,00 para estrangeiros e é válida por 10 dias, sendo que maiores de 60 anos e menores de 12 anos estão isentos. Mais detalhe sobre essa nova taxa está em: https://www.parnanoronha.com.br/ingressos

Taxa IBAMA
E ainda existe a taxa IBAMA de R$ 10,00 por dia de mergulho. Mas essa é somente para os mergulhadores. Para os não mergulhadores, Noronha possui várias opções de trilhas, praias e passeios pelos diferentes locais da ilha.

Um carro, ou melhor, um bugre, ajuda bastante no deslocamento e você pode incluir o bugre quando do aluguel da pousada ou hotel. Embora nem todas possuam essa facilidade, em algumas isso pode ser negociado. Pesquise antes se esta for a sua vontade.

As trilhas de Noronha se dividem em dois tipos; as que ficam dentro do parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, para as quais é necessária autorização do IBAMA e acompanhamento de guias credenciados e as que ficam dentro da APA, área de preservação ambiental, que são de livre acesso.

As que ficam dentro do parque Nacional são as trilhas da Baía do Sancho, do Farol, do Capim-Açu, da Pedra alta e a da Baía dos Golfinhos. As que ficam na APA são as trilhas Jardim Elizabeth, Costa azul e a Costa Esmeralda.

Segue um pequeno resumo de cada uma delas.

  • Baia do Sancho. É uma das mais bonitas, pois, começando na Praia da Cacimba do Padre, passa pela baía dos Porcos e termina na baía do Sancho, cuja praia já foi considerada, mais de uma vez, como sendo a mais bonita do mundo. Na praia do Sancho fica a melhor parte para alguns ou a pior, para outros. Uma escada por dentro da rocha leva ao mirante da baía do Sancho, que fica 40 metros acima.
  • Farol. Essa possui 2,5 Km de extensão e vai da Praia do Sancho até a Ponta da Sapata. É uma sucessão de mirantes com paisagens deslumbrantes em cada um deles.
  • Capim-Açu. Com 7 km, é a trilha mais longa de Noronha. Nesta trilha podemos encontrar equipamentos da segunda guerra mundial. Aberta somente de agosto a fevereiro é uma trilha bem puxada. Começa na encosta de Quixaba e vai até a ponta do Capim-Açu e depois termina na praia do Leão. Como a praia do Leão é área de desova de tartaruga, ela fica fechada no restante do ano.
  • Pedra Alta. Com 4 km de extensão, começa na enseada de Caieira e vai até a Vila do Trinta. Desta trilha é possível avistar as “pedras-secas” que é considerado um dos melhores mergulhos de Noronha. O mar que avistamos desta trilha é o mar de fora.
  • Baía dos Golfinhos. Com 2 km de extensão, é considerada uma das mais fáceis de Noronha. A Baía dos Golfinhos é um santuário e o banho de mar e o mergulho são proibidos. O mirante dos Golfinhos está a 70 metros de altura e dele é possível admirar os golfinhos rotadores que entram e saem da baía ao longo do dia.
  • Jardim Elizabeth. Possui 1,6 km e corta a mata em direção à praia do Cachorro. Passa por uma ponte do século 18 e por uma alameda de cajazeiras. O local onde começa a trilha é uma herança dos holandeses que usavam a região para aclimatação de plantas trazidas da Europa.
  • Costa Azul. Com 2,3 km de extensão, começa na Vila dos Remédios e termina na Praia da Conceição, onde fica o morro do Pico. Possui mirantes para as praias do Cachorro e do Meio.
  • Costa Esmeralda. Com extensão de 2.2 km é considerada uma das mais bonitas, pois passa por pela praia do Bode, de Quixaba e Cacimba do Padre. No final temos a visão de duas rochas próximas que é um dos cartões postais de Noronha. O Morro dos dois Irmãos.

Mas se trilha não é o seu forte e o que você gosta realmente é de uma boa praia, as de Noronha se dividem entre aquelas que ficam no mar de fora e àquelas que ficam no mar de dentro. As do mar de fora são a praia do Leão, da baía do Sueste e a do Atalaia. As do mar de dentro são a da Biboca, do Cachorro, do Meio, da Conceição, do Boldró, do Americano, do Bode, de Quixabinha, da Cacimba do Padre, da Baía dos Porcos e a do Sancho. Cada uma delas tem seus atrativos e vale a pena uma pesquisa na internet para decidir qual seria a melhor para você.  Ou visite todas e decida você mesmo qual a melhor. Se é que isso é possível.

Para quem gosta de mergulho, as operadoras em operação em Noronha são:

Noronha possui mergulho tanto para os que acabaram de concluir o curso como para aqueles que estão à procura de mergulhos mais técnicos. Os mergulhos também se dividem entre os do mar de dentro e os do mar de fora.

Entre os do mar de dentro, estão: pontal do norte, cabeço das cordas, cabeço da sapata, caverna da sapata, corveta V17, laje dois irmãos, buraco do inferno, ressurreta, cagarras funda, ilha do meio, navio do porto e morro de fora.

E entre os do mar de fora, estão: pedras secas, iuias, cabeço submarino, caieiras, ilha do frade, buraco das cabras e macaxeira. Mas o pessoal das operadoras está sempre descobrindo um ponto novo e vale sempre a pena consultar as operadoras sobre isso.

A melhor época de mergulho em Noronha varia se estamos no mar de fora ou no de dentro. De Maio a Novembro o melhor é ficar no mar de dentro e no resto do ano, o ideal é ficar no mar de fora. Mas como toda regra, essa também possui exceções e não é difícil mergulhar no mar de fora em setembro, por exemplo.

A água em Noronha geralmente está entre 26 e 29 graus Celsius. E a visibilidade, geralmente é de, no mínimo, 20 metros. Mas pode ficar muito maior em algumas épocas.

Entre os pontos de mergulho, destaco Pedras Secas, Ressurreta, Caverna da Sapata e a Corveta, para quem gosta de mergulho técnico.

Pedras Secas é um lugar fantástico e é considerado um dos melhores mergulhos no Brasil. Embora o mar por ali nem sempre esteja calmo, vale a ida. O visual sub é muito bonito, cheio de fendas e passagens.

Ressurreta ou Canal da Rata é um drift delicioso, ou seja, um mergulho que é feito em correnteza que pode estar fraca ou forte. De qualquer forma, é sempre muito tranquilo, pois vamos a favor da corrente sem fazer esforço algum. No meio do caminho tem uma Ancora. Tente parar e fazer uma foto.

Caverna da Sapata é um mergulho muito tranquilo, no qual vamos até o fundo da caverna que possui uma grande boca e permite a entrada facilmente. Na entrada da caverna tem sempre uma ou mais arraias na areia. A foto da Arraia compondo com a boca e o azul de fundo fica sempre legal. Cuidado para se aproximar muito do fundo e levantar suspensão.

E a Corveta V17 é o paraíso dos mergulhadores técnicos. Por estar nos 60 metros na areia, é altamente recomendado o mergulho com Trimix, que é uma mistura gasosa com menos gás Nitrogênio e acréscimo de gás Hélio que nos permite ir mais fundo e não sentir os efeitos da Narcose por Nitrogênio.

Seja qual for a sua preferência, superfície ou submarina, Noronha possui atrações que certamente irão lhe agradar.

Mas Noronha possui uma coisa que eu realmente não consigo entender. Deve ser o único local do mundo onde um Museu serve um salgadinho feito, em parte, com a carne do que ele deveria estar ajudando a preservar.

Por incrível que pareça, o museu do tubarão serve bolinho feito com carne de…… Tubarão. Por mais absurdo que isso seja, um museu que devia incentivar a preservação dos tubarões faz exatamente o contrário ao vender seu bolinho de tubalhau. Concordo totalmente com a opinião da Sea Shepherd.

A venda de bolinhos feitos com carne de Tubarão no museu do tubarão é um contrassenso total. Ao invés de incentivar e defender a existência dos tubarões acaba indo na direção contrária. Não sei se esta prática ainda continua. Pela internet não consegui nenhuma informação atualizada sobre ela.

Para quem gosta de fotografia, usei uma Nikon D300. Para as fotos subs usei uma Tokina 10-17 mm, uma Sigma 17-70 mm e uma Nikkor 60 mm. E para as fotos secas, a mais usada foi a Sigma 17-70 mm.

Conheça o trabalho de Roberto Palmer

www.facebook.com/robertopalmerfotografia/

www.instagram.com/robertopalmer/

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email