Pescador acha âmbar-gris avaliado em R$ 1,2 milhão

Pescador acha âmbar-gris avaliado em R$ 1,2 milhão

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Um princípio de tempestade interrompeu a pescaria de Chalermchai Mahapan, 20 anos, que teve que voltar para casa mais cedo. Mas o que poderia ser um dia ruim, transformou-se no dia de sorte deste pescador tailandês. Enquanto ele levava o barco para as docas, viu um pedaço de pedra branca,  empurrado pela corrente em direção a praia. O ‘objeto’, contudo, não era uma rocha, mas um pedaço de ‘vômito de baleia’ ou âmbar-gris, avaliado em R$ 1,2 milhão.

Inicialmente o jovem ficou desconfiado e, ao chegar mais perto, suspeitou que a ‘pedra’ de 7 Kg poderia ser algo de valor. Por isso, levou-a para casa até que conseguisse descobrir do que se tratava. Perguntou aos pescadores mais idosos e fez um teste, queimando partes da rocha, observando que elas derretiam facilmente. Depois, enviou alguns pedaços para um laboratório analisar, e comprovou que se tratava de âmbar cinza.
Apesar de ter uma potencial fortuna em mão, Mahapan revelou não ter pressa para vender o vômito de baleia. “Um agente encontrará um comprador internacional para ele”, disse o pescador, que espera fazer o melhor negócio possível em cima do achado. Agora é esperar para ver quanto Chalermchai Mahapan vai conseguir pelo pedaço de âmbar cinza.

Quarenta e oito anos depois, 1968, os descendentes Borthwick pediram a propriedade da ilhota em formato cônico com uma área de 6,2 hectares e que se eleva a uma altura máxima de 93 metros acima do nível do mar. Porém já havia prescrevido o prazo e o tesouro arqueológico passou, dessa forma, às mãos do Estado.

Uso na indústria da perfumaria

O âmbar cinza, âmbar-gris ou vômito de baleia, é uma secreção produzida nos intestinos dos cachalotes e pode ser encontrado flutuando no mar ou quando é arrastado para a costa. A substância é um dos ingredientes mais valiosos da perfumaria, usado como fixador das fragrâncias. Já o âmbar tem a ver com o fato de que os perfumistas franceses o importavam dos países nórdicos  A proibição da caça à baleia em vários países levou às alturas o preço do âmbar-gris. Hoje já há substitutos químicos, mas a substância original segue sendo negociada a cotações que atingem R$ 20 o grama.
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Grécia deve ganhar primeiro museu subaquático em 2021

Grécia deve ganhar primeiro museu subaquático em 2021

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A Grécia é conhecida por preservar muitos monumentos clássicos como o Partenon. Agora, quem for visitar o país, também poderá se deliciar com um museu subaquático. A atração iria ser inaugurada no ano passado, mas teve a abertura adiada por causa da pandemia da Covid-19.

O museu está localizado no Parque Nacional Marinho de Alonissos e Espórades do Norte, no Mar Egeu. O local é a maior reserva de proteção marinha da Europa e, por causa do medo dos saqueadores, tinha o acesso restrito a pesquisadores e quem tivesse uma licença especial. Agora, mergulhadores amadores podem se aventurar nos 24 metros de profundidade e conhecer os destroços preservados do naufrágio de Peristera de 425 a.C.

Testes durante a pandemia

O ano de 2020 foi péssimo para o Turismo. Por causa disso, o museu realizou um projeto piloto entre agosto a outubro do ano passado. Mergulhadores amadores, acompanhado por instrutores puderam visitar a área do naufrágio

“Tem havido um bastante interesse do mundo todo. É a primeira vez que o local recebe tantos mergulhadores experientes. Acredito que, nos próximos anos, Alonissos ocupará seu lugar no mapa de mergulho global”, afirma Kostas Efstathiou, do Centro de Mergulho Alonissos Triton, em entrevista a National Geographic.

Para quem era mergulhador avançado houve a disponuibilização de quatro visitas por dia, e aqueles sem experiência em mergulho podiam fazer aulas para conhecer o local.  Quem não quiser participar desta aventura, mas deseja conhecer o local, poderá ver imagens em tempo real por meio de uma câmera. Há outras quatro, porém só os cientistas têm acesso a elas.

Mesmo com restrições de viagem em vigor impostas pelo coronavírus, a fase piloto do museu atraiu 66 visitas subaquáticas programadas e 246 mergulhadores visitantes, um cenário inicial otimista para a inauguração oficial, prevista para junho de 2021.

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Universidade inglesa criou um ‘polvo-robô’

Universidade inglesa criou um ‘polvo-robô’

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Ao que parece para a Ciência nada é impossível. Pesquisadores da Universidade Queen Mary, em Londres estão desenvolvendo um polvo robótico. É assustadora como a invenção consegue produzir com perfeição os movimentos do animal. Veja o vídeo:

Além disso, o vídeo do Mashable mostra que o robô tem tentáculos e consegue mudar de direção há um obstáculo na sua frente. O projeto deve utilizar o polvo biônico para estudar a vida marinha.

Assustador!

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Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

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Não há como negar que o fundos de mares e oceanos são grandes museus, constituídos por esculturas e obras naturais, que levaram milhares de anos para serem construídas. Mas parece que isso não é o suficiente para o escultor Jason deClaires Taylor, que criou o Museum Of Underwater Art ou Museu de Arte Subaquática, localizado perto de Grande Barreira de Corais, na Austrália.

Ele está localizado a 18 metros de profundidade, em uma estrutura de 64 toneladas e 12 metros de diâmetro. Em sua primeira exposição, o museu recebeu 20 estátuas representando estudantes estudando justamente os corais da barreira. Intitulada Coral Greenhouse, essa primeira exposição também inclui três esculturas representando a flora local, como árvores de eucalipto e outras árvores típicas da região. As esculturas foram feitas em aço não corrosivo com pH neutro e componentes que ajudam a saúde da barreira.

Por causa da Pandemia,  a exposição foi adiada, já que seria aberta em abril deste ano.  Agora, mergulhadores podem visitar o museu pegando carona em um dos barcos que saem da Marina John Brewer Reef, localizado a duas horas da costa de Townsville, para visitar o primeiro museu de arte subaquática do planeta. Quem quiser, de quebra, ainda pode se deliciar com outra obra natural: a Grande Barreira de Corais.

Pesquisa propõe uma nova abordagem para mergulhos em área recifais

Pesquisa propõe uma nova abordagem para mergulhos em área recifais

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O mergulho como qualquer outra atividade humana causa impacto no Meio Ambiente. Pensando nisso, o biólogo e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Vinicius Giglio, começou a estudar quais seriam os prejuízos em ambientes recifais. Principalmente uma prática que gera renda em muitas partes do mundo.

O principal prejuízo apontado pelo estudo de Giglio é o contato físico não intecional do mergulhador com o recife por meio das nadadeiras. Principalmente para espécies que são frágeis como corais, gorgônias e esponjas, sobretudo em áreas que recebem bastante mergulhadores como o Caribe, por exemplo.

“Considerando um número baixo de contatos com o substrato (dois por mergulhador), numa trilha de mergulho que receba por ano cerca de 2 mil mergulhadores, seriam 4 mil contatos com o fundo. E caso 20% desses contatos danifiquem algum organismo, seriam 800 quebras de corais, esponjas, etc. Apesar desse número alto de visitantes não ser comum para a realidade brasileira, muitos destinos altamente procurados, como os do Mar Vermelho e Caribe, recebem até mais mergulhadores por ano”, explica em seu artigo.

Para tentar amenizar o problema, em sua tese de doutorado, o biólogo se propôs a escrever um revisão das orientações para turismo em ambientes recifais, dividindo três abordagens: quais as características dos mergulhadores que são mais propensos a causar mais contatos com o recife; quais os impactos causados e, principalmente; quais são as estratégias de gestão para minimizar esses potenciais impactos.

“O controle do mergulhador para não fazer contato acidental com o fundo, que normalmente chamamos de controle de flutuabilidade, é um dos fundamentos mais importantes do mergulho, porém é um dos mais deixados de lado. Infelizmente os cursos de mergulho nada comprometidos com qualidade, mas com o número de alunos, deixam de dar ênfase justamente nesse ponto e também em noções sobre cuidados com o Meio Ambiente”, explica Paulo Guilherme Cavalcanti, Instrutor do Onda Azul, filiado a SDI / TDI (Scuba Divers International / Techinical Divers Internacional).

Afinal de contas, o impacto pode causar desinteresse do turista pelo local de mergulho. Por isso, é importante o controle de acesso às zonas recifais e também a gestão desses sítios. Qualquer desequilíbrio nesta cadeia ecológica pode provocar a diminuição dos peixes e o desaparecimento dos animais e dos próprios recifes. Neste ponto, o texto do pesquisador propõe uma abordagem interessante para resolver o problema ou, pelo menos, amenizá-lo.

Leia o texto completo.

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‘Tudo de errado que a gente faz no Brasil está concentrado em Fernando de Noronha’, alerta Amyr Klink

‘Tudo de errado que a gente faz no Brasil está concentrado em Fernando de Noronha’, alerta Amyr Klink

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O navegador e escritor Amyr Klink resolveu falar sobre os problemas que estão acontecendo no Arquipélago de Fernando de Noronha (PE). A região, conhecida como um dos locais mais importantes para o mergulho, faz parte de um ecossistema único e que merece ser preservado. O depoimento dele serve de alerta para que nós, mergulhadores, façamos um compromisso com a preservação.

Veja o vídeo:

O fundador da Divers For Sharks, Paulo Guilherme Pinguim, concorda com a visão de Amyr Klink e vê com apreensão o que está acontecendo no arquipélago. “Em Noronha, o termo Paraíso faz sentido. É o único local de mergulho no Brasil que pode bater o Caribe, gerando turismo e que deveria ter tratamento de primeiro mundo, mas sofre com o ‘jeitinho brasileiro‘. Perde a natureza, perdem os brasileiros e os mergulhadores”, salienta.

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Diminui o avistamento de tubarões-baleia no Caribe

Diminui o avistamento de tubarões-baleia no Caribe

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Uma situação preocupante no Mar do Caribe: diminui a quantidade de tubarões-baleias avistadas naquela região. Considerado um dos habitats espécie por causa das águas oceânicas tropicais e quentes temperadas, além da farta quantidade de alimentos.

As causas passam pela poluição dos mares, a pesca predatória, mas também pelo turismo desenfreado. São muito os casos de animais que ficam machucados por causa dos barcos que se aproximam dos animais. Além disso, o contato em geral interrompe o processo de alimentação dos peixes. Como mostra o vídeo abaixo.

Nós, mergulhadores, não devemos apoiar esse tipo de turismo predatório. Mais do que isso, devemos trabalhar pela preservação dos locais que são a base das nossas atividades: os mares.

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As regras na hora de praticar mergulho: o que pode e o que não pode

As regras na hora de praticar mergulho: o que pode e o que não pode

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Mergulhar é muito prazeroso. No entanto, ao praticar o esporte, a preservação da vida marinha é essencial. Isso vale tanto para mergulhadores iniciantes, quanto para os veteranos. Em suma, sempre lembro do princípio quando cair na água: você pode machucar ou danificar algo; você pode se machucar; e não toque em nada.

Parece algo simples e que deveria ser entendido por todo mundo. Quando você mergulha, está entrando em contato com um mundo novo – por mais clichê que isso possa parecer. É vida marinha que está em cada pedaço: peixes, corais, recifes. Considerando também as experiências em água doce como rios, cachoeiras, entre outros.

É importante lembrar que nós somos os convidados neste ambiente. A fauna e flora marinha são a parte mais importante daquela região. Como todo bom hóspede, você tem que respeitar casa do seu anfitrião, por isso não faça bagunça, quebre as coisas ou faça algo contra quem é o ‘dono da casa’. Vamos aos motivos.

Você pode machucar ou danificar algo

A maioria da vida marinha tem revestimento mucoso que é importante para própria proteção. Quando você toca em algum coral ou peixe, pode retirar essa camada, expondo-os a infecções e doenças.

Você pode se machucar

A verdade é que grande parte da fauna marinha nasceu com sistemas de defesa desde que o mundo existe. Por isso, é normal que haja reações desses animais a qualquer tentativa de aproximação ou estresse.  Alguns deles possuem venenos, espinhos ou substâncias químicas que podem nos fazer mal. Entenda, todo o ecossistema é formado por seres selvagens, portanto eles não diferenciam um simples toque de uma tentativa de ataque

Por isso, se você está mergulhando em mar aberto, rio, naufrágio ou fonte é importante respeitar o ambiente e seus moradores. Mesmo quando o mergulho é feito sem equipamentos, em áreas mais rasas, essa preocupação é mandatória, porque você pode destruir um coral ou alguma formação que levou milênios para ser formada.

Todo cuidado é importante na movimentação por esses ambientes. Mergulhar é seguro, mas o praticante tem que estar ciente para minimizar os impactos da sua presença naquele ambiente. Lembre-se: você é o convidado e, por isso, deve respeitar os donos da casa.

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