‘Bolas Misteriosas’ aparecem no litoral de São Paulo

‘Bolas Misteriosas’ aparecem no litoral de São Paulo

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Dezenas de ‘Bolas Misteriosas’ apareceram em Peruíbe, litoral de São Paulo, na última semana. O fenômeno natural que retrata como é importante conhecermos os oceanos e mares. Este é um dos fundamentos para o nascimento da Onda Azul.
Um foto das bolas feita por um morador e postada em uma rede social viralizou. A imagem foi suficiente para que as pessoas especulassem a origem do material, considerado por alguns como “um sinal fim dos tempos”.  Afirmações que não fazem o menor sentido, uma vez que o fenômeno é natural e pode ter algumas origens, como o desassoreamento dos rios da região.

Isso faz com que esse substrato mais escuro, substrato de manguezal, vá parar no encontro com o mar, ficando depositado em frente à praia. Nós tivemos um ciclone com uma força muito forte agora, inclusive, a maré subiu bastante, foi bem típico de ressaca, e faz com que o sedimento do fundo seja levantado pela onda. Ele fica rolando, e na hora que é jogado na praia, essa lama vai girar na areia, e ela vai e volta, e com isso vai grudando na areia, empelotando e formando essas bolas“, explica o biólogo marinho Eric Comin, ouvido pelo G1.

Outra hipótese levantada pelo site é de que essa lama seja proveniente do fundo do mar, trazido pela maré para a praia, provocado por um ciclone, por exemplo.

Elas vêm do mar para a terra. Quando ocorre algum movimento maior no fundo do mar, e às vezes isso acontece muito longe daqui, como, por exemplo, da outra vez que isso aconteceu, foi em consequência de um ciclone extratropical que ocorreu próximo a Paranaguá“, salienta Paulo Flávio, médico especialista em Práticas Integrativas e doutor em Ciências com tese de doutorado sobre a Lama Negra de Peruíbe.

Qualquer que seja a origem das ‘bolas’, o importante é que esse acontecimento é natural em várias partes do mundo. O que a gente pode fazer é se debruçar e saber um pouco mais sobre rios, mares, oceanos e seus fenômenos naturais.
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O belíssimo ‘surfe’ de leões marinhos na Califórnia

O belíssimo ‘surfe’ de leões marinhos na Califórnia

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Os leões marinhos ocuparam o sul da costa da Califórnia,  EUA, bridando algumas pessoas com um belo espetáculo de surfe. As imagens foram captadas por Ryan Lawler da Pacific Offshore Expeditions, uma empresa especializadas em oferecer passeios pela região.

Veja a aula de surfe:

É bom lembrar que você não deve tentar surfar na mesma praia que esses animais, pois você corre o risco de ser expulso por eles. Como foi o caso desses dois surfistas na Nova Zelândia. Veja o vídeo:
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Foto de polvo ‘fazendo uma selfie’ vence concurso de fotografia

Foto de polvo ‘fazendo uma selfie’ vence concurso de fotografia

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Concurso de fotografia são um alento enquanto as atividades de mergulho não voltam plenamente. Um deles, o “Ocean Art”, divulgou os vencedores da edição de 2020. A competição teve a participação de fotógrafos de 80 países e, por causa da pandemia, eles tiveram que tirar fotos em locais próximos às suas casas, procurar destinos que não tivessem banido a entrada de turistas ou revisitar seus arquivos de outros anos para encontrar registros que pudessem chamar a atenção dos jurados.

Patrocinadores também ajudaram o concurso a arrecadar fundos para ajudar a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Centro de Controle de Doenças (CDC), agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, no combate à Covid-19. Apesar de todas as dificuldades impostas pela pandemia as imagens são impressionantes e belíssimas.

O vencedor na categoria ‘Melhor do Show’ foi a foto ‘The Day of the Tentacles’, do fotógrafo Gaetano Dario Gargiulo, feita em New South Wales, na Austrália.  A imagem mostra o polvo  em uma espécie de selfie com a família de Gargiulo.

“No dia da foto, permaneci em uma poça de maré, pois a maré estava muito baixa para me aventurar fora de seus limites. Em uma das partes mais rasas dessa poça, notei um polvo. Coloquei minha câmera perto de sua toca e ele começou a interagir com ela. Saiu da toca e, para nossa surpresa, começou a tirar fotos”, explicou o fotógrafo que também faturou o prêmio da categoria ‘Grande Angular’

Categoria 'Macro'

A foto de Hippocampus Pontohi, cavalo-marinho minúsculo e que vive escondido em recifes foi o vencedor da categoria Macro, registro feito por Galice Hoarau.

Categoria 'Água Fria'

Jon Anderson levou o primeiro lugar na categoria, com um registro feito em Monastery Beach, na Califórnia, Estados Unidos. A imagem é possível ver peixes da família Sebastidae e as algas Macrocystis Pyrifera.

Em raras ocasiões, as estrelas se alinham em Monastery Beach, proporcionando um mar calmo, excelente visibilidade e feixes de luz intensa, como se fossem de catedrais, que penetram a cobertura das algas. Nestes dias, a floresta de algas torna-se um dos mais belos ambientes subaquáticos da Terra“, explica o autor da foto.

Categoria 'Águas Escuras'

De Palm Beach veio o clique ganhador desta categoria, um registro de Steven Kovacs. Ele fotografou um peixe Acanthonus Armatus, cuja aparência não é lá das mais bonitas.

Mesmo que os adultos de aparência sombria vivam a grandes profundidades, ocasionalmente, os peixes mais jovens em desenvolvimento podem ser encontrados em águas muito mais rasas e são muito mais exóticos em sua aparência, com filamentos impressionantes saindo de seus corpos. Provavelmente, isso tem o objetivo de imitar outros organismos para fins defensivos“, explica o Kovacs.

Categoria 'Conservação'

O clique feito por Christophe Chellapermal retrata bem o efeito ambiental da pandemia que estamos vivendo.  Ele registrou a poluição causada pelas máscaras usadas na proteção contra a Covid-19 em La Sallis, na França.

Antes da pandemia de Covid-19, eu acreditava que vivíamos em um mundo onde jovens como Greta Thunberg traziam à luz o fato de que eles foram deixados com o peso dos danos ambientais que as gerações anteriores criaram. Exatamente no momento em que um movimento estava se preparando para entrar em ação, a Covid-19 apareceu e as prioridades de muitas pessoas mudaram. Infelizmente, essas máscaras, um símbolo de nossa irreverência para o meio ambiente, permanecerão no oceano muito depois do fim da pandemia de Covid-19, prejudicando ainda mais um ambiente que já é frágil e resultando em um fardo ainda mais pesado para a próxima geração“, constatou o fotógrafo.

Categoria 'Arte Subaquática'

“Enquanto mergulhava com este crocodilo em Cuba, fiquei deslumbrada com seus dentes afiados. Isso me fez entrar na água com minhas lentes macro. O espelhamento dessa captura dentuça produziu uma imagem única que lembra um teste de Rorschach (personagem do quadrinho ‘Watchmen’). Para mim, rostos intrigantes aparecem no reflexo da água”.

Categoria 'Macro com Câmera Compacta'

A fotógrafa PT Hirschfield conseguiu captar cinco filhotes de cavalo-marinho bebês nadando juntos em Melbourne, na Austrália.  “É difícil capturá-los todos voltados para a mesma direção, pois eles estão constantemente se contorcendo enquanto se movem juntos na água“, explica.

Felizmente, uma câmera compacta pode sincronizar em uma velocidade de obturador muito rápida para capturar esse momento. No último segundo, um desses cinco cavalos-marinhos bebês (cada um tão pequeno quanto uma unha) virou-se de cabeça para baixo, o que só acrescentou um pouco mais de charme e humor a essa imagem“.

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Pescador acha âmbar-gris avaliado em R$ 1,2 milhão

Pescador acha âmbar-gris avaliado em R$ 1,2 milhão

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Um princípio de tempestade interrompeu a pescaria de Chalermchai Mahapan, 20 anos, que teve que voltar para casa mais cedo. Mas o que poderia ser um dia ruim, transformou-se no dia de sorte deste pescador tailandês. Enquanto ele levava o barco para as docas, viu um pedaço de pedra branca,  empurrado pela corrente em direção a praia. O ‘objeto’, contudo, não era uma rocha, mas um pedaço de ‘vômito de baleia’ ou âmbar-gris, avaliado em R$ 1,2 milhão.

Inicialmente o jovem ficou desconfiado e, ao chegar mais perto, suspeitou que a ‘pedra’ de 7 Kg poderia ser algo de valor. Por isso, levou-a para casa até que conseguisse descobrir do que se tratava. Perguntou aos pescadores mais idosos e fez um teste, queimando partes da rocha, observando que elas derretiam facilmente. Depois, enviou alguns pedaços para um laboratório analisar, e comprovou que se tratava de âmbar cinza.
Apesar de ter uma potencial fortuna em mão, Mahapan revelou não ter pressa para vender o vômito de baleia. “Um agente encontrará um comprador internacional para ele”, disse o pescador, que espera fazer o melhor negócio possível em cima do achado. Agora é esperar para ver quanto Chalermchai Mahapan vai conseguir pelo pedaço de âmbar cinza.

Quarenta e oito anos depois, 1968, os descendentes Borthwick pediram a propriedade da ilhota em formato cônico com uma área de 6,2 hectares e que se eleva a uma altura máxima de 93 metros acima do nível do mar. Porém já havia prescrevido o prazo e o tesouro arqueológico passou, dessa forma, às mãos do Estado.

Uso na indústria da perfumaria

O âmbar cinza, âmbar-gris ou vômito de baleia, é uma secreção produzida nos intestinos dos cachalotes e pode ser encontrado flutuando no mar ou quando é arrastado para a costa. A substância é um dos ingredientes mais valiosos da perfumaria, usado como fixador das fragrâncias. Já o âmbar tem a ver com o fato de que os perfumistas franceses o importavam dos países nórdicos  A proibição da caça à baleia em vários países levou às alturas o preço do âmbar-gris. Hoje já há substitutos químicos, mas a substância original segue sendo negociada a cotações que atingem R$ 20 o grama.
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Grécia deve ganhar primeiro museu subaquático em 2021

Grécia deve ganhar primeiro museu subaquático em 2021

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A Grécia é conhecida por preservar muitos monumentos clássicos como o Partenon. Agora, quem for visitar o país, também poderá se deliciar com um museu subaquático. A atração iria ser inaugurada no ano passado, mas teve a abertura adiada por causa da pandemia da Covid-19.

O museu está localizado no Parque Nacional Marinho de Alonissos e Espórades do Norte, no Mar Egeu. O local é a maior reserva de proteção marinha da Europa e, por causa do medo dos saqueadores, tinha o acesso restrito a pesquisadores e quem tivesse uma licença especial. Agora, mergulhadores amadores podem se aventurar nos 24 metros de profundidade e conhecer os destroços preservados do naufrágio de Peristera de 425 a.C.

Testes durante a pandemia

O ano de 2020 foi péssimo para o Turismo. Por causa disso, o museu realizou um projeto piloto entre agosto a outubro do ano passado. Mergulhadores amadores, acompanhado por instrutores puderam visitar a área do naufrágio

“Tem havido um bastante interesse do mundo todo. É a primeira vez que o local recebe tantos mergulhadores experientes. Acredito que, nos próximos anos, Alonissos ocupará seu lugar no mapa de mergulho global”, afirma Kostas Efstathiou, do Centro de Mergulho Alonissos Triton, em entrevista a National Geographic.

Para quem era mergulhador avançado houve a disponuibilização de quatro visitas por dia, e aqueles sem experiência em mergulho podiam fazer aulas para conhecer o local.  Quem não quiser participar desta aventura, mas deseja conhecer o local, poderá ver imagens em tempo real por meio de uma câmera. Há outras quatro, porém só os cientistas têm acesso a elas.

Mesmo com restrições de viagem em vigor impostas pelo coronavírus, a fase piloto do museu atraiu 66 visitas subaquáticas programadas e 246 mergulhadores visitantes, um cenário inicial otimista para a inauguração oficial, prevista para junho de 2021.

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Universidade inglesa criou um ‘polvo-robô’

Universidade inglesa criou um ‘polvo-robô’

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Ao que parece para a Ciência nada é impossível. Pesquisadores da Universidade Queen Mary, em Londres estão desenvolvendo um polvo robótico. É assustadora como a invenção consegue produzir com perfeição os movimentos do animal. Veja o vídeo:

Além disso, o vídeo do Mashable mostra que o robô tem tentáculos e consegue mudar de direção há um obstáculo na sua frente. O projeto deve utilizar o polvo biônico para estudar a vida marinha.

Assustador!

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Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

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Não há como negar que o fundos de mares e oceanos são grandes museus, constituídos por esculturas e obras naturais, que levaram milhares de anos para serem construídas. Mas parece que isso não é o suficiente para o escultor Jason deClaires Taylor, que criou o Museum Of Underwater Art ou Museu de Arte Subaquática, localizado perto de Grande Barreira de Corais, na Austrália.

Ele está localizado a 18 metros de profundidade, em uma estrutura de 64 toneladas e 12 metros de diâmetro. Em sua primeira exposição, o museu recebeu 20 estátuas representando estudantes estudando justamente os corais da barreira. Intitulada Coral Greenhouse, essa primeira exposição também inclui três esculturas representando a flora local, como árvores de eucalipto e outras árvores típicas da região. As esculturas foram feitas em aço não corrosivo com pH neutro e componentes que ajudam a saúde da barreira.

Por causa da Pandemia,  a exposição foi adiada, já que seria aberta em abril deste ano.  Agora, mergulhadores podem visitar o museu pegando carona em um dos barcos que saem da Marina John Brewer Reef, localizado a duas horas da costa de Townsville, para visitar o primeiro museu de arte subaquática do planeta. Quem quiser, de quebra, ainda pode se deliciar com outra obra natural: a Grande Barreira de Corais.

Pesquisa propõe uma nova abordagem para mergulhos em área recifais

Pesquisa propõe uma nova abordagem para mergulhos em área recifais

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O mergulho como qualquer outra atividade humana causa impacto no Meio Ambiente. Pensando nisso, o biólogo e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Vinicius Giglio, começou a estudar quais seriam os prejuízos em ambientes recifais. Principalmente uma prática que gera renda em muitas partes do mundo.

O principal prejuízo apontado pelo estudo de Giglio é o contato físico não intecional do mergulhador com o recife por meio das nadadeiras. Principalmente para espécies que são frágeis como corais, gorgônias e esponjas, sobretudo em áreas que recebem bastante mergulhadores como o Caribe, por exemplo.

“Considerando um número baixo de contatos com o substrato (dois por mergulhador), numa trilha de mergulho que receba por ano cerca de 2 mil mergulhadores, seriam 4 mil contatos com o fundo. E caso 20% desses contatos danifiquem algum organismo, seriam 800 quebras de corais, esponjas, etc. Apesar desse número alto de visitantes não ser comum para a realidade brasileira, muitos destinos altamente procurados, como os do Mar Vermelho e Caribe, recebem até mais mergulhadores por ano”, explica em seu artigo.

Para tentar amenizar o problema, em sua tese de doutorado, o biólogo se propôs a escrever um revisão das orientações para turismo em ambientes recifais, dividindo três abordagens: quais as características dos mergulhadores que são mais propensos a causar mais contatos com o recife; quais os impactos causados e, principalmente; quais são as estratégias de gestão para minimizar esses potenciais impactos.

“O controle do mergulhador para não fazer contato acidental com o fundo, que normalmente chamamos de controle de flutuabilidade, é um dos fundamentos mais importantes do mergulho, porém é um dos mais deixados de lado. Infelizmente os cursos de mergulho nada comprometidos com qualidade, mas com o número de alunos, deixam de dar ênfase justamente nesse ponto e também em noções sobre cuidados com o Meio Ambiente”, explica Paulo Guilherme Cavalcanti, Instrutor do Onda Azul, filiado a SDI / TDI (Scuba Divers International / Techinical Divers Internacional).

Afinal de contas, o impacto pode causar desinteresse do turista pelo local de mergulho. Por isso, é importante o controle de acesso às zonas recifais e também a gestão desses sítios. Qualquer desequilíbrio nesta cadeia ecológica pode provocar a diminuição dos peixes e o desaparecimento dos animais e dos próprios recifes. Neste ponto, o texto do pesquisador propõe uma abordagem interessante para resolver o problema ou, pelo menos, amenizá-lo.

Leia o texto completo.

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‘Tudo de errado que a gente faz no Brasil está concentrado em Fernando de Noronha’, alerta Amyr Klink

‘Tudo de errado que a gente faz no Brasil está concentrado em Fernando de Noronha’, alerta Amyr Klink

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O navegador e escritor Amyr Klink resolveu falar sobre os problemas que estão acontecendo no Arquipélago de Fernando de Noronha (PE). A região, conhecida como um dos locais mais importantes para o mergulho, faz parte de um ecossistema único e que merece ser preservado. O depoimento dele serve de alerta para que nós, mergulhadores, façamos um compromisso com a preservação.

Veja o vídeo:

O fundador da Divers For Sharks, Paulo Guilherme Pinguim, concorda com a visão de Amyr Klink e vê com apreensão o que está acontecendo no arquipélago. “Em Noronha, o termo Paraíso faz sentido. É o único local de mergulho no Brasil que pode bater o Caribe, gerando turismo e que deveria ter tratamento de primeiro mundo, mas sofre com o ‘jeitinho brasileiro‘. Perde a natureza, perdem os brasileiros e os mergulhadores”, salienta.

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Diminui o avistamento de tubarões-baleia no Caribe

Diminui o avistamento de tubarões-baleia no Caribe

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Uma situação preocupante no Mar do Caribe: diminui a quantidade de tubarões-baleias avistadas naquela região. Considerado um dos habitats espécie por causa das águas oceânicas tropicais e quentes temperadas, além da farta quantidade de alimentos.

As causas passam pela poluição dos mares, a pesca predatória, mas também pelo turismo desenfreado. São muito os casos de animais que ficam machucados por causa dos barcos que se aproximam dos animais. Além disso, o contato em geral interrompe o processo de alimentação dos peixes. Como mostra o vídeo abaixo.

Nós, mergulhadores, não devemos apoiar esse tipo de turismo predatório. Mais do que isso, devemos trabalhar pela preservação dos locais que são a base das nossas atividades: os mares.

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