Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

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Não há como negar que o fundos de mares e oceanos são grandes museus, constituídos por esculturas e obras naturais, que levaram milhares de anos para serem construídas. Mas parece que isso não é o suficiente para o escultor Jason deClaires Taylor, que criou o Museum Of Underwater Art ou Museu de Arte Subaquática, localizado perto de Grande Barreira de Corais, na Austrália.

Ele está localizado a 18 metros de profundidade, em uma estrutura de 64 toneladas e 12 metros de diâmetro. Em sua primeira exposição, o museu recebeu 20 estátuas representando estudantes estudando justamente os corais da barreira. Intitulada Coral Greenhouse, essa primeira exposição também inclui três esculturas representando a flora local, como árvores de eucalipto e outras árvores típicas da região. As esculturas foram feitas em aço não corrosivo com pH neutro e componentes que ajudam a saúde da barreira.

Por causa da Pandemia,  a exposição foi adiada, já que seria aberta em abril deste ano.  Agora, mergulhadores podem visitar o museu pegando carona em um dos barcos que saem da Marina John Brewer Reef, localizado a duas horas da costa de Townsville, para visitar o primeiro museu de arte subaquática do planeta. Quem quiser, de quebra, ainda pode se deliciar com outra obra natural: a Grande Barreira de Corais.

Pesquisa propõe uma nova abordagem para mergulhos em área recifais

Pesquisa propõe uma nova abordagem para mergulhos em área recifais

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O mergulho como qualquer outra atividade humana causa impacto no Meio Ambiente. Pensando nisso, o biólogo e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Vinicius Giglio, começou a estudar quais seriam os prejuízos em ambientes recifais. Principalmente uma prática que gera renda em muitas partes do mundo.

O principal prejuízo apontado pelo estudo de Giglio é o contato físico não intecional do mergulhador com o recife por meio das nadadeiras. Principalmente para espécies que são frágeis como corais, gorgônias e esponjas, sobretudo em áreas que recebem bastante mergulhadores como o Caribe, por exemplo.

“Considerando um número baixo de contatos com o substrato (dois por mergulhador), numa trilha de mergulho que receba por ano cerca de 2 mil mergulhadores, seriam 4 mil contatos com o fundo. E caso 20% desses contatos danifiquem algum organismo, seriam 800 quebras de corais, esponjas, etc. Apesar desse número alto de visitantes não ser comum para a realidade brasileira, muitos destinos altamente procurados, como os do Mar Vermelho e Caribe, recebem até mais mergulhadores por ano”, explica em seu artigo.

Para tentar amenizar o problema, em sua tese de doutorado, o biólogo se propôs a escrever um revisão das orientações para turismo em ambientes recifais, dividindo três abordagens: quais as características dos mergulhadores que são mais propensos a causar mais contatos com o recife; quais os impactos causados e, principalmente; quais são as estratégias de gestão para minimizar esses potenciais impactos.

“O controle do mergulhador para não fazer contato acidental com o fundo, que normalmente chamamos de controle de flutuabilidade, é um dos fundamentos mais importantes do mergulho, porém é um dos mais deixados de lado. Infelizmente os cursos de mergulho nada comprometidos com qualidade, mas com o número de alunos, deixam de dar ênfase justamente nesse ponto e também em noções sobre cuidados com o Meio Ambiente”, explica Paulo Guilherme Cavalcanti, Instrutor do Onda Azul, filiado a SDI / TDI (Scuba Divers International / Techinical Divers Internacional).

Afinal de contas, o impacto pode causar desinteresse do turista pelo local de mergulho. Por isso, é importante o controle de acesso às zonas recifais e também a gestão desses sítios. Qualquer desequilíbrio nesta cadeia ecológica pode provocar a diminuição dos peixes e o desaparecimento dos animais e dos próprios recifes. Neste ponto, o texto do pesquisador propõe uma abordagem interessante para resolver o problema ou, pelo menos, amenizá-lo.

Leia o texto completo.

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Computador ajuda você a ‘mergulhar’ em projeto de recifes artificiais na Austrália

Computador ajuda você a ‘mergulhar’ em projeto de recifes artificiais na Austrália

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Um projeto para criar recifes artificiais na Austrália ganhou a primeira imagem criada em computação gráfica. A responsável pela ideia é a empresa Subcon Technologies, com objetivo de atrair cerca de 16 mil turistas anualmente e arrecadar US$ 32 milhões de dólares (R$ 130 milhões) em 10 anos.

O projeto consiste em nove grandes estruturas flutuantes, medindo de 16 a 20 metros, presos estruturas fixas no fundo do mar e que serão semelhantes a pirâmides, localizadas na região conhecida como Golden Coast. As peças criadas por Daniel Templeman formarão um habitat artificial para espécies da fauna e da flora marinha.

“Golden Coast é conhecida por oferecer muitas inovações mundiais e esse recife flutuante será uma experiência icônica de ecoturismo incomparável em escala global”, afirmou o prefeito Tom Tate.

Este não é o primeiro projeto de recifes artificiais da Subcon Technologies Pty Ltd. O conceito passará por um desenvolvimento adicional do design em consulta com o grupo de referência da indústria de mergulho.

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