Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

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Não há como negar que o fundos de mares e oceanos são grandes museus, constituídos por esculturas e obras naturais, que levaram milhares de anos para serem construídas. Mas parece que isso não é o suficiente para o escultor Jason deClaires Taylor, que criou o Museum Of Underwater Art ou Museu de Arte Subaquática, localizado perto de Grande Barreira de Corais, na Austrália.

Ele está localizado a 18 metros de profundidade, em uma estrutura de 64 toneladas e 12 metros de diâmetro. Em sua primeira exposição, o museu recebeu 20 estátuas representando estudantes estudando justamente os corais da barreira. Intitulada Coral Greenhouse, essa primeira exposição também inclui três esculturas representando a flora local, como árvores de eucalipto e outras árvores típicas da região. As esculturas foram feitas em aço não corrosivo com pH neutro e componentes que ajudam a saúde da barreira.

Por causa da Pandemia,  a exposição foi adiada, já que seria aberta em abril deste ano.  Agora, mergulhadores podem visitar o museu pegando carona em um dos barcos que saem da Marina John Brewer Reef, localizado a duas horas da costa de Townsville, para visitar o primeiro museu de arte subaquática do planeta. Quem quiser, de quebra, ainda pode se deliciar com outra obra natural: a Grande Barreira de Corais.

Conheça a Floater, a roupa para quem tem medo de ambientes aquáticos

Conheça a Floater, a roupa para quem tem medo de ambientes aquáticos

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O medo de ambientes aquáticos como piscinas, praias e cachoeiras é uma realidade para muitas pessoas, pensando nisso o surfista e empresário Mark Okrusko inventou a Floater.  A vestimenta se parece com uma roupa de mergulho e também é feita em tecido neopreme.

Mas ao contrário de cintos de flutuação que podem deixar o usuário voltado para baixo e de coletes salva-vidas que podem subir ao pescoço, a Floater apresenta um painel de flutuação no peito e oferece uma maior sensação de segurança e conforto.

A Floater é vendida pela Airtime Watertime e pode ser a solução para quem quer enfrentar o medo de estar na água. Veja um vídeo da roupa em ação.

Como as máscaras de mergulho ajudaram pacientes da Covid19

Como as máscaras de mergulho ajudaram pacientes da Covid19

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A Covid-19 tem colocado vários desafios ao longo do ano. Um deles é a produção de equipamentos em larga escala. No Brasil, elas foram transformadas em respiradores mecânicos para Unidades de Tratamento Intensivo, ajudando pacientes doentes a respirar. A ideia veio da Itália, quando o país era o epicentro da pandemia.

Aqui, no Brasil, a ideia foi adaptada por vários estados: Piauí, Rio de Janeiro e Minas Gerais, no interior do estado por um médico e professor da Universidade Federal de Lavras, Hélio Haddad Filho.

Em cima dessas máscaras de mergulho, o snorkel, para respirar, é retirado, e adaptada uma conexão produzida em impressora 3D. A função desse conector, já que a máscara de mergulho pega o rosto todo, é uma máscara facial total, é impedir a eliminação de partículas respiratórias para o ambiente. O conector une a máscara ao ventilador mecânico”, explica Haddad.

O uso de máscaras de mergulho adaptadas possibilitaram o retardamento da intubação de pacientes doentes e também ajudaram no tratamento de quem teve que respirar utilizando os aparelhos mecânicos e saiu dos estado grave. Em geral, nesses casos, o doente precisa de auxílio mesmo após a recuperação.

Hilma Hooker: o cargueiro que virou local de mergulho

Hilma Hooker: o cargueiro que virou local de mergulho

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Era verão de 1984 quando o Hilma Hooker, cargueiro holandês de 1951, apresentou problemas em Bonaire, no Caribe, e foi rebocado porto de Kralendijk com dificuldades técnicas.  A embarcação de 236 pés, construído em Krimpen aan den IJssel, na Holanda, começava a levantar suspeitas das autoridades locais.
De pose da documentação do navio, elas fizeram uma pesquisa na Interpol e no FBI e descobriram que o cargueiro vinha sendo investigado por tráfico de drogas. Vasculhando a embarcação, descobriram uma falsa antepara com 10 toneladas de maconha. A tripulação do Hilma Hooker foi presa e, o navio, apreendido.
Mas operadores de mergulho viram na embarcação uma possibilidade de construir um local que serviço de atração para quem quisesse se aventurar nas águas de Bonaire e pressionaram o governo. A localização do naufrágio foi escolhida a dedo para mergulhadores; fica a pouca distância da costa, próxima a dois recifes de coral e dentro de limites do mergulho recreacional. No 12 de setembro de 1984 o Hilma Hooker foi afundado.
Este vídeo mostra como é explorar o cargueiro holandês. Em nosso último post mostramos a farra do uísque.
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Naufrágio criou ‘farra do uísque’ na Escócia

Naufrágio criou ‘farra do uísque’ na Escócia

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Sempre gostamos de falar sobre mistérios e lendas, mas sem essa de história de pescador.  Foi o caso do naufrágio do cargueiro SS Politician, na Ilha de Eriskay, costa Escócia, durante a 2ª Guerra Mundial. Esse navio gerou uma farra do uísque, na época uma bebida muito valiosa por causa da escassez.

Conheça a história neste podcast da BBC Brasil.

Como foi mostrado pela emissora, a farra do uísque virou livro e ele foi adaptado para o cinema. A comédia ‘Wishy Galore’ (2017) é uma refilmagem de uma produção lançada em 1949.
Alguns mergulhadores visitaram o naufrágio escocês em 2016 e colocaram as imagens no YouTube como mostra o vídeo abaixo.
A farra do uísque lembra muito o ‘Verão da Lata’, ocorrido no Brasil em 1987.  Mas isso é história para outro post.
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Sete curiosidades sobre Jacques-Yves Cousteau

Sete curiosidades sobre Jacques-Yves Cousteau

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A vida do oceanógrafo Jacques-Yves Cousteau foi cheia de aventuras e grandes contribuições para a ciência. Para mostrar a importância deste francês, trouxemos algumas curiosidades sobre ele.

Acidente

Jacques Cousteau sonhava em ser uma aviador naval, mas um grave acidente de carro, aos 26 anos, mudou tudo. Não pode voltar ao treinamento para pilotar um avião e teve que fazer exercícios para fortalecer os braços quebrados, com isso resolveu nadar.

II Guerra

Foi premiado com a Cruz Militar por causa do engajamento na luta contra os nazistas. Serviu como oficial de artilharia na Marinha francesa, atuando numa operação de bombardeio a base naval italiana em Gênova. Quando a França se rendeu, em 1940, ele trabalhou no serviço de inteligência.

Calypso

Em 1950 a Guiness compra o Calypso, um antigo caça-minas usado na II Guerra. O navio foi alugado para Cousteau, agora com 40 anos, pelo preço simbólico de 1 franco por ano. Cousteau adaptou o Calypso como laboratório móvel para pesquisa de campo e como seu principal veículo para mergulho e filmagem.

Primeiro livro

Foi a bordo do Calypso que Cousteau filmou ‘Silent World’, uma versão cinematográfica do seu livro homônimo. Feito em cores, o documentário mostrava imagens submarinas e ganhou o Oscar de Melhor Documentário em 1957.

Cidade submarinas

Talvez uma curiosidades mais interessantes sobre Cousteau é que ele participou de três projetos para a construção de cidades submarinas na década 1960: Precontinent I, Precontinent II e Precontinent III. A ideia era fazer com que as pessoas pudessem viver e trabalhar no fundo do mar.

Viagem à Amazônia

Nos anos de 1980, quando a Amazônia era desconhecida da maioria das pessoas, Cousteau e o Calypso estiveram aqui. Permaneceram na região por 1 ano e meio. Ele definiu como uma das aventuras mais importantes da vida. A viagem rendeu livros e documentários.

Morte

Um ataque cardíaco levou Jacques-Yves Cousteau em 25 de junho de 1997, duas semanas após o seu 87º aniversário. Ele foi enterrado no vilarejo onde nasceu, chamado Saint-André-de-Cubzac. Em homenagem ao oceanógrafo, uma rua da região foi batizada de ‘Rue du Commandant Cousteau’.

Cousteau definiu desta forma o seu primeiro mergulho, em 1943:

Olhei para o mar com o mesmo sentimento de invasão que senti em cada mergulho. Um pequeno canyon abriu-se abaixo, cheio de plantas aquáticas cor verde-escura e ouriços do mar negros e de algas brancas que pareciam pequenas flores. Alguns peixinhos surgiram no cenário. A areia escorregou para o infinito claro e azul. A luz do sol incidiu nos meus olhos com tal brilho que eu mal podia abri-los. Mantendo os braços ao longo do corpo, movi as nadadeiras lentamente e desci, ganhando velocidade, vendo a praia sumir. Parei de bater as pernas e o impulso me fez deslizar de um modo fabuloso.

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Mostramos cinco apps essenciais para mergulhadores

Mostramos cinco apps essenciais para mergulhadores

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A tecnologia pode te ajudar a melhorar a experiência de mergulho com aplicativos. Instalados no celular, eles podem fornecer informações, ajudar no planejamento ou te ajudar a organizar os registros de suas aventuras. Conheça 5 apps que você deveria ter no seu celular.

DiveMate (Registros de Mergulho)

É um dos aplicativos mais populares para registro de atividades de mergulho, disponível para Android e iOS. Você vai poder colocar notas, vídeos e fotos e todas informações podem ser sincronizadas com o computador. Ele funciona mesmo quando não há conexão com a Internet, além de você pode registrar todos os dados técnicos sobre o mergulho como pressão, parâmetros de gás, peso, etc.

Deepblu

Também é um aplicativo usado para registrar atividades de mergulho. Além disso, ele te ajuda a descobrir outros pontos de mergulho e a planejar viagens baseando nas críticas de outros usuários. Há também a possibilidade de compartilhar fotos e vídeos com outras pessoas dentro do aplicativo.
Para quem trabalha na área de mergulho, o aplicativo permite que você anuncie serviços, criando pacotes e experiência de viagem. Também tem opções para que mergulhadores marquem encontros e se comuniquem dentro do programa. É reconhecido pelas organizações de mergulho como IDA, ITDA e DIWA.

Diverboard

É um outro aplicativo para registro de mergulho, no qual você pode colocar fotos, vídeos e todas informações técnicas da sua aventura e até as espécies que você encontrou naquela região. Ele também mostra quais são as lojas e os serviços próximos de onde você mergulhou, caso você queira mais comodidade.

iDeco Pro

Esse app é voltado para mergulhadores profissionais, pois ele tem monitoramento para descompressão e quantidade de gás usado. O programa ajuda também quem faz mergulho em circuitos abertos e fechado. No entanto, ele é pago e custa cerca de R$ 40.

TripWhistle Global SOS

Esse é um aplicativo interessante para quem percorre o mundo atrás de locais de mergulho. Ele reúne os números de emergência de 196 países, incluíndo polícia, bombeiros e ambulâncias. Além disso, fornece a sua localização exata com latitude e longitude. É grátis para dispositivos com iOS.

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Mulher sobrevive a incêndio na Austrália usando técnicas de mergulho

Mulher sobrevive a incêndio na Austrália usando técnicas de mergulho

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Samantha Kneeshaw é o nome da australiana que sobreviveu a um incêndio em sua propriedade usando as sua habilidades de mergulho na Austrália, mais precisamente na cidade de Conjola, em Nova Gales do Sul. Ela é uma oceanógrafa e usou a roupas e um cilindro para escapar das chamas, ficando submersa por quase 10 minutos. O incidente aconteceu na véspera do Ano Novo.

Para quem não lembra, diversas regiões da Austrália sofreram com os incêndios no início deste ano. A casa de Kneeshaw está localizada em uma dessas localidades, mas ela só foi avisada pelo vizinho sobre a aproximação das chamas quando não havia mais como abandonar o local. Por sorte, o marido dela David e as filhas do casal Darcy e Manny haviam deixado a propriedade dias antes.

Ela ainda teve tempo de executar um plano para impedir que o incêndio destruisse a casa, utilizando uma bomba e um sistema que jogava água e impediu a aproximação do fogo. No entanto, houve pequenos danos a propriedade e sete das oito galinhas da família e um galo morreram por causa do calor. Cerca de oito hectares do terreno foram queimados.

Ela nada sofreu além do um susto.

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Computador ajuda você a ‘mergulhar’ em projeto de recifes artificiais na Austrália

Computador ajuda você a ‘mergulhar’ em projeto de recifes artificiais na Austrália

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Um projeto para criar recifes artificiais na Austrália ganhou a primeira imagem criada em computação gráfica. A responsável pela ideia é a empresa Subcon Technologies, com objetivo de atrair cerca de 16 mil turistas anualmente e arrecadar US$ 32 milhões de dólares (R$ 130 milhões) em 10 anos.

O projeto consiste em nove grandes estruturas flutuantes, medindo de 16 a 20 metros, presos estruturas fixas no fundo do mar e que serão semelhantes a pirâmides, localizadas na região conhecida como Golden Coast. As peças criadas por Daniel Templeman formarão um habitat artificial para espécies da fauna e da flora marinha.

“Golden Coast é conhecida por oferecer muitas inovações mundiais e esse recife flutuante será uma experiência icônica de ecoturismo incomparável em escala global”, afirmou o prefeito Tom Tate.

Este não é o primeiro projeto de recifes artificiais da Subcon Technologies Pty Ltd. O conceito passará por um desenvolvimento adicional do design em consulta com o grupo de referência da indústria de mergulho.

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Rio de Janeiro terá guia de mergulho com mapeamento de belezas naturais

Rio de Janeiro terá guia de mergulho com mapeamento de belezas naturais

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O Rio de Janeiro tem muitas belezas escondidas do fundo do mar e que agora estão sendo reveladas no primeiro guia de mergulho do Rio de Janeiro. Um mapeamento que é resultado do projeto Ilhas do Rio, criado pelo Museu Nacional. Dentre os tesouros identificados está uma “esponja-carioca” de cinco centímetros de diâmetro, chamada Latrunculia janeirensis, espécie descoberta há seis anos.

O lançamento do ‘Guia de Biodiversidade Marinha e Mergulho nas Ilhas do Rio’ está previsto para dezembro. No projeto estão envolvidos 19 pesquisadores do Rio e de São Paulo, que mapearam 300 espécies da fauna e da flora marinha. Eles destacaram também 10 pontos da costa, incluindo naufrágios, como pontos de mergulho. Tudo com informações e fotos, na publicação que será bilíngue e gratuita.

Revelações do Guia

Dentre o conteúdo que será apresentado no guia, estão informações sobre espécies que até agora só podem ser encontradas no Monumento Natural das Ilhas Cagarras. A área é habitat do polvo Octopus Vulgaris, um molusco que é cobiçado pelos pescadores. Também é lá que podem ser visto ouriço-do-mar-gigante (Diadema antillarum), raro no litoral carioca, mas que pode ser observado nas ilhas Comprida e Filhote da Cagarra.

Com informações de O Globo.

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