Livros que todo mergulhador (ou não) deveria ler – Parte 2

Livros que todo mergulhador (ou não) deveria ler – Parte 2

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Na última semana divulgamos uma lista de livros em inglês sobre mergulho que todo praticante ou não da atividade deveria ler. Neste segundo post vamos com a última parte da relação e, prometemos em breve, criar um rol com publicações feitas na nossa língua. Conheça os livros:

Fatally Flawed: The Quest to Be Deepest - Verna van Schaik

É um livro escrito por uma mulher, com uma outra visão sobre o que aconteceu no livro ‘ Diving Into Darkness’, indicado por nós no primeiro post. O mais interessante é ter uma narrativa de um esporte que é dominado por homens. Uma publicação inspiradora por analisar a questão do exercício mental que envolve o mergulho.

Caverns Measureless to Man - Sheck Exley

Uma visão bem completa sobre Sheck Exley, considerado o pioneiro do mergulho em cavernas. Ele ajudou a estabelecer muitas das práticas que conhecemos como regras no mergulho esportivo e técnico. O livro mostra como eram os equipamentos usados nos primórdios da atividade.

Where Divers Dare: The Hunt for the Last U-Boat - Randall Peffer

Um livro que narra a caça aos destroços de um submarino alemão na Costa Leste dos Estados Unidos. Para quem gosta de histórias baseadas em fatos reais, essa publicação tenta esclarecer o que é fato e o que é mito sobre este evento. Bom para quem prática mergulho ou não.

Dragon Sea: A True Tale of Treasure, Archeology, and Greed off the Coast of Vietnam - Frank Pope

É uma narrativa sobre o mergulho nos destroços de um navio. Em nosso primeiro post falamos sobre o naufrágio do Andrea Doria, o relato deste livro é ainda mais pessoal e voltado para quem não consegue praticar mergulhos nessas condições. No final, é uma história de desafio e de aceitação da progressão do tempo e das próprias habilidades de mudança.

Submerged: Adventures of America’s Most Elite Underwater Archeology Team - Daniel Lenihan

O autor do livro é o fundador do programa de arqueologia subaquática do National Park Service, órgão federal americano responsável pela gestão de 58 parques nos Estados Unidos. Lenihan é um excelente contador de histórias, interessado em arqueologia e naufrágios. Vale a pena.

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Livros que todo mergulhador (ou não) deveria ler – Parte 1

Livros que todo mergulhador (ou não) deveria ler – Parte 1

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Mergulhar é uma atividade prazerosa do início ao fim. Viajar, explorar lugares desconhecidos, montar diários de mergulho, muitas memórias que poderiam dar um grande diário de bordo. Alguns mergulhadores já conseguiram isso e transformaram suas aventuras em livros. A primeira parte da lista que trazemos hoje são de publicações em inglês, mas prometemos disponibilizar em breve, uma relação do que tem sido escrito no Brasil.

Shadow Divers: The True Adventure of Two Americans Who Risked Everything to Solve One of the Last Mysteries of World War II - Robert Kurson

Para quem se interessa pela 2ª Guerra Mundial, o livro mostra o mundo do mergulho em naufrágios do conflito. Baseado numa história real, ele narra a luta para identificar um submarino u-bot alemão. Ele ainda mostra os desafios técnicos para realizar a aventura e os riscos deste tipo de mergulho. A publicação tem bons momentos de suspense, compartilhando todos os desafios mentais e físicos que autor encontrou para concluir sua busca.

Silent World: The International Bestseller by the Father of Underwater Exploration - Jacques Cousteau

O francês está na lista não só pelo nome, mas porque a publicação tenta transmitir a sensação que ele tinha a cada nova descoberta feita nos oceanos. Para quem não conhece, Cousteau era um explorador incansável. Neste livro, ele mostra o começo do desenvolvimento de protocolos, equipamentos de mergulho que conhecemos hoje, uma ve que foi publicado em 1953.

Deep Descent: Adventure and Death Diving the Andrea Doria - Kevin F. McMurray

Essa publicação narra um mergulho ao naufrágio de um dos maiores transatlântico da história, o Andrea Doria – sim aquele mesmo da música da Legião Urbana. Esse navio é considerado o ‘Monte Everest dos mares’. O livro narra os detalhes em torno do barco, que se chocou com uma embarcação sueca em 1951, matando 50 pessoas. Agrada tanto os mergulhadores hardcore, quanto quem gosta apenas de ler livros.

Veja o naufrágio do Andrea Doria

Diving into Darkness: A True Story of Death and Survival - Phillip Finch

Para quem está interessado em saber como é mergulhar numa caverna, leia este livro. É uma visão leve sobre a atividade, mas cheia de lições e avisos. A história gira em torno dos personagens David Shaw e Don Shirley num mergulho na caverna de Boesmansgat, localizada no deserto de Kalahari, África do Sul. Sobrevivência e luta pela vida são as grandes temáticas aqui.

Conheça Boesmansgat

Dark Descent: Diving and the Deadly Allure of the Empress of Ireland - Kevin F. McMurray

Outro livro escrito por Kevin F. McMurray, também sobre naufrágios no Atlântico. Mas dessa vez você vai explorar um navio conhecido como Imperatriz da Irlanda. Um afundamento menos conhecido no mundo, mas com uma história interessante e com personagens que você identifica quando pratica esse tipo de atividade. Vale a leitura!

Voltamos na próxima semana com a segunda parte.

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Conheça mergulhador mais novo e o mais idoso do mundo

Conheça mergulhador mais novo e o mais idoso do mundo

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Não há limite de idade para quem quer começar a praticar o mergulho, como mostra William Lambert, um senhor de 98 anos que mora na cidade de Rockford, no estado americano de Illinóis. Ele começou a ter aulas no início do ano e se tornou o mergulhador mais velho do mundo. O recorde foi quebrado na cidade de Cozumel, no México.

Junto com este William estava Jaxson Bosselman, um menino de quatro anos, que se tornou o mais novo mergulhador do mundo. O idoso foi escoteiro e junto-se ao grupo de menino para tirar o certificado de mergulhador.

“É algo que eu queria fazer e parecia divertido. Então tentei e gostei muito. Eu conhecia muitas pessoas que tinham certificado de mergulho. Por isso, minha perspectiva foi: vá em frente. É a melhor resposta que eu posso dar a qualquer um”, explicou William Lambert.

Ele não tem planos de parar, mesmo após esse certificado. Lambert vai completará 99 anos no dia 5 de setembro. Não é um exemplo?

"É uma grande alegria e satisfação ver pessoas da 'melhor idade' se divertindo, aventurando pela natureza e principalmente aprendendo e fazendo coisas novas! Para mergulhar não há idade máxima, desde que se saiba nadar e tenha condições de fazer exercícios, atestados por um médico, a pessoa pode mergulhar com a maior tranquilidade! Não tem impacto e trabalha tanto o corpo como a mente. Super parabéns ao novo mergulhado e muitas águas claras!"

Paulo Guilherme "Pinguim"
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Dicas para quem quer praticar o turismo sustentável

Dicas para quem quer praticar o turismo sustentável

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O Turismo é uma das áreas que mais geram dinheiro no mundo. No entanto, ao visitar uma região, precisamos fazer a nossa parte para que ele seja uma atividade sustentável, pensando sempre no impacto social, econômico e ambiental. São atitudes que minimizam nossa influência nos ambientes em que estamos presentes. Para isso, trouxemos algumas dicas para ajudar. Porém é necessário salientar que um turista consciente é, antes de tudo, um bom cidadão em sua cidade de origem.

Cultura local tem que ser respeitada

Entenda como funcionam as tradições locais e quais são as questões sociais da região que você está visitando. Usar algumas palavras no idioma do país, seguir regras de comportamento diferentes das suas, estar consciente dos hábitos e valores das pessoas daquela região são formas de respeitar a cultura local.

Seja um agente transformador

Para isso, valorize os negócios locais: se hospede em hoteis e vá em restaurantes gerenciados por pessoas da região. Consumir o artesanato e produtos que são fabricados por quem vive naquele local também é uma forma de subsidiar a economia regional.

Preserve o meio ambiente

Como falamos, o turismo sustentável tem uma preocupação ambiental. Logo, não deixe lixo nos pontos de visitação, economize luz e água. Também tenha em mente a questão do desperdício de alimentos, consumindo somente o necessário.

Transporte

Por que não visitar um ponto da região de bicicleta, por exemplo? Preocupar-se com as emissões de CO2 é praticar o turismo sustentável. Privilegie também o transporte público em seu deslocamento para os locais de visitação.

Valorize o turismo de experiência

Sim, é importante incentivar o ecoturismo ou turismo rural, pois essas práticas, no geral, tem uma preocupação com a conservação do meio ambiente e os impactos da nossa presença.

Priorize quem é sustentável

Procure saber se o estabelecimento que vai te hospedar tem práticas sustentáveis. Reciclagem de lixo, uso de energia solar, aproveitamento das águas da chuva são algumas delas. O Prêmo Braztoa de Sustentabilidade (Brasil), e o selo Ecolabel, da União Europeia, são iniciativas que reconhecem práticas neste sentido, assim como o Global Sustainable Tourism Council.

Voluntariado

Pesquise e ajude iniciativas locais que protejam animais ou estão em defesa dos Direitos Humanos. Mas calma! Antes de ingressar, verifique se elas estão realmente desenvolvendo um trabalho para resolver esses problemas.

Direitos básicos em foco

Lugares que violam direitos básicos dos animais ou humanos devem ficar fora da sua lista. Na Argentina, por exemplo, temos o controverso zoológico de Luján, frequentemente acusado de maus tratos. Em algumas regiões da Índia, os elefantes são explorados como atrações turísticas. Fique atento.

Com informações do Skyscanner

"Lembre-se especialmente no turismo de mergulho de não consumir plástico de uso único, como copos e canudos descartáveis. Se você está num barco e o refrigerante é de lata de alumínio, que é reciclável, beba direto da lata, não precisa de canudo nem de copo! É importante termos em mente que a maior parte absoluta do nosso lixo vai para os mares. Então temos não só o direito de mares e praias limpas, como o dever de não contribuir para a poluição bem como de catar todo lixo que vermos nestas áreas e dar a destinação correta. E no mergulho é nossa obrigação não molestar, incomodar e nem sequer tocar na vida marinha. Lembre-se: Deixe apenas saudades, leve apenas boas lembranças e tire apenas fotos!"

Paulo Guilherme "Pinguim"
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O arquipélago brasileiro mais próximo da África, onde ninguém pode mergulhar e que vai desaparecer

O arquipélago brasileiro mais próximo da África, onde ninguém pode mergulhar e que vai desaparecer

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Em 2018, a área onde fica Arquipélago de São Pedro e São Paulo virou uma unidade de conservação. O local é um dos pontos da costa brasileira mais próxima do continente africano e, atualmente, guardada pela Marinha do Brasil, como mostra esse artigo da Divers For Sharks.

Ocupada somente em 1998, esse arquipélago é a única do mundo formada pelo manto terrestre e que foi visitada por Charles Darwin. O ambiente inóspito e difícil de alcançado ainda guarda outras duas características: o mergulho só é permitido para os pesquisadores que estão baseados no local. Além disso, as duas ilhotas devem desaparecer por causa do aquecimento global.

Abaixo, o vídeo do jornalista Élcio Braga, mostra algumas histórias em torno do arquipélago e o caso de um aventureiro italiano que ficou à deriva no mar, quase morreu e viu-se envolvido em uma coincidência sobrenatural.

Veja:

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Estudo mostra que mergulhar faz bem a saúde

Estudo mostra que mergulhar faz bem a saúde

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Mergulhar faz bem para a saúde. É o que aponta uma pesquisa que conclui que a prática tem valor terapêutico. O estudo publicado na revista ‘Dive Training’ foi feito com veteranos de guerra com lesões físicas e psicológicos, sobretudo aqueles que sofreram alguma amputação, tinham ansiedade ou distúrbios psiquiátricos.

Os estudos foram feitos em 2016, mas somente agora os resultados foram liberados. A pesquisa considerou o bem-estar mental e melhoras na coordenação motora, além de entrevistar os participantes, familiares e os médicos que atendiam essas pessoas. O objetivo era provar que o mergulho poderia ajudá-los.

No total, 15 homens que eram veteranos foram voluntários nesta iniciativa. Eles informaram que tiveram uma queda nos ataques de ansiedade e depressão.  A pesquisa mostra ainda que a prática do mergulho foi mais efetiva naqueles que tinha problemas psicológicos do que em quem teve lesões físicas.

De qualquer forma, o estudo revela a afetividade do mergulho como terapia. Além disso, a pesquisa mostra que o caso do cadeirante Harry Beekelaar não foi casual. Ele voltou a andar depois de 15 anos, ajuda pela prática do mergulho.

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