Papai Noel mergulha no Aquário do Rio

Papai Noel mergulha no Aquário do Rio

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No Rio de Janeiro, o Papai Noel anda mergulhando no AquaRio.  Todos os dias, às 14h, até o dia 27.12, bom Velhinho e seus doentes mergulham tubarões da espécie Mangona e os dois mil animais no Grande Tanque do aquário, localizado na Praça Mauá, Centro do Rio de Janeiro.

Para a ação, o AquaRio investiu em decoração temática com uma árvore de quase três metros de altura que fica dentro do Grande Tanque. Além disso, nos dias 23 a 25 de dezembro haverá um concerto natalino debaixo d’água com um maestro e mergulhadores simulando tocar violino, harpa, trompete.

Veja o calendário para a visitação do AquaRio no fim de ano.

  • Dia 24/12/20 – das 10h às 14h (com entrada ao circuito de visitação até às 13h);
  • Dia 25/12/20 – das 12h às 18h (com entrada ao circuito de visitação até às 17h);
  • Dia 31/12/20 – das 10h às 14h (com entrada ao circuito de visitação até às 13h);
  • Dia 01/01/21 – das 12h às 18h (com entrada ao circuito de visitação até às 17h).

Serviço

O ingresso custa de R$ 70 (crianças de 3 a 11 anos) – brasileiros e estrangeiros; jovens de 12 a 21 anos (brasileiros); estudantes (brasileiros); pessoas com mais de 60 anos (brasileiros) e pessoas com deficiência (brasileiros e estrangeiros)?; R$ 70 (moradores e pessoas nascidas no Estado do Rio de Janeiro); R$ 100 (turistas brasileiros); R$ 110 (cidadãos do Mercosul); R$ 140 (ingresso individual estrangeiros que não se enquadrem nas modalidades acima) e crianças menores de 3 anos não pagam.

Mais informações podem ser obtidas no site.

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Universidade inglesa criou um ‘polvo-robô’

Universidade inglesa criou um ‘polvo-robô’

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Ao que parece para a Ciência nada é impossível. Pesquisadores da Universidade Queen Mary, em Londres estão desenvolvendo um polvo robótico. É assustadora como a invenção consegue produzir com perfeição os movimentos do animal. Veja o vídeo:

Além disso, o vídeo do Mashable mostra que o robô tem tentáculos e consegue mudar de direção há um obstáculo na sua frente. O projeto deve utilizar o polvo biônico para estudar a vida marinha.

Assustador!

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Conheça os faróis mais excêntricos do mundo

Conheça os faróis mais excêntricos do mundo

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Encrustado em um precário conjunto de rochas na costa de Andros, na Grécia, o Farol de Tourlitis é tão caprichoso e surreal que parece que concebido em um programa de edição de imagens. Mas ele é 100% real e com uma história bastante difícil deste que foi construído em 1897.

Durante a II Guerra Mundial, o imponente farol foi destruído, depois ficou abandonado durante décadas. Na década de 1990, Tourlitis foi reconstruído para alegria dos visitantes e moradores da região, onde a edificação é uma das atrações turísticas.

Ficou encantado com a história de Tourlitis? Então vamos mostrar 9 faróis bem interessantes ao redor do mundo.

Farol Thomas Point Shoal Light - Mariland, Estados Unidos

Construído em cima de pilastras, em uma área arenosa da Baía de Chesapeake, o farol se destaca na região.  Há outras edificações por semelhantes por lá,  ele é a única que permanece no mesmo lugar desde 1875.

São Nicolau Farol-Igreja - Malorchenske, Ucrânia

O santo é considerado o padroeiro dos marinheiros. A elegante construção que é parte farol, parte igreja, guarda quem navega pelo Mar Negro.  Também é um memorial para pessoas que se perderam no mar.

Farol de Jidá - Jidá, Arábia Saudita

A estrutura futurista resguarda o litoral do Mar Vermelho, que banha a cidade Jidá, considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO. Com mais de 132 metros de altura, a população reivindica o título de mais alto do mundo para o farol.

Farol de Kõpu - Ilha de Hiiumaa, Estónia

Uma bela estrutura teve as suas obras concluídas em 1531, o que faz dele um dos faróis mais antigos em atividade no mundo.  Ele é uma estrutura em formato de um prisma retangular, ladeado por pilares conhecido como contrafortes.  O Farol de Kõpu está localizado na colina mais alta da ilha e recebe visitas de milhares de turistas.

Torre de Hércules - Corunha, Espanha

Inspirada no lendário Farol de Alexandria, a Torre de Hércules tem mais de 1900 anos de existência. No século II, a torre recebeu uma reforma que deu ares neoclássicos a construção.  É o único farol romano do mundo que ainda está em funcionamento.

Farol de Baishamen - Hainan , China

Localizada no sudeste da China, esse edifício tem uma torre triangular e base hexagonal foi construído em 2000. Está entre os seis farois mais altos do mundo e está localizado na ilha de Haidian.

Farol de Strombolicchio - Aeolian, Itália

A arquitetura que não tem nada muito impressionante, mas o farol  de Strombolicchio foi construído na ponta de um penhasco de uma ilhota no arquipélago de Aeolian. Esse pedaço de terra é feito de basalto, resquício de uma do núcleo de um vulcão que pode ter erodido há 200 mil anos. Os visitantes tem que subir um lance de escadas na lateral da localidade para chegar ao local.

Farol de Dyrhólaey - Islândia

Posicionado na parte sudeste da costa rochosa da Islândia, o farol é mais uma atração para visitar esta ilha formada por paisagens belas, mas também estranhas. O edifício de aço e concreto foi construído em 1927.

Farol Seven Foot Knoll - Maryland, Estados Unidos

Construído em 1855, é um prédio vermelho construído sobre pilares. Mas diferente do Farol Thomas Point Shoal, mencionado aqui anteriormente, este equipamento ficou obsoleto na metade do século XX. Em 1988, ele foi colocado no píer de Baltimore e virou uma atração turística.

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Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

Conheça o primeiro museu de arte subaquático do mundo

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Não há como negar que o fundos de mares e oceanos são grandes museus, constituídos por esculturas e obras naturais, que levaram milhares de anos para serem construídas. Mas parece que isso não é o suficiente para o escultor Jason deClaires Taylor, que criou o Museum Of Underwater Art ou Museu de Arte Subaquática, localizado perto de Grande Barreira de Corais, na Austrália.

Ele está localizado a 18 metros de profundidade, em uma estrutura de 64 toneladas e 12 metros de diâmetro. Em sua primeira exposição, o museu recebeu 20 estátuas representando estudantes estudando justamente os corais da barreira. Intitulada Coral Greenhouse, essa primeira exposição também inclui três esculturas representando a flora local, como árvores de eucalipto e outras árvores típicas da região. As esculturas foram feitas em aço não corrosivo com pH neutro e componentes que ajudam a saúde da barreira.

Por causa da Pandemia,  a exposição foi adiada, já que seria aberta em abril deste ano.  Agora, mergulhadores podem visitar o museu pegando carona em um dos barcos que saem da Marina John Brewer Reef, localizado a duas horas da costa de Townsville, para visitar o primeiro museu de arte subaquática do planeta. Quem quiser, de quebra, ainda pode se deliciar com outra obra natural: a Grande Barreira de Corais.

Como as máscaras de mergulho ajudaram pacientes da Covid19

Como as máscaras de mergulho ajudaram pacientes da Covid19

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A Covid-19 tem colocado vários desafios ao longo do ano. Um deles é a produção de equipamentos em larga escala. No Brasil, elas foram transformadas em respiradores mecânicos para Unidades de Tratamento Intensivo, ajudando pacientes doentes a respirar. A ideia veio da Itália, quando o país era o epicentro da pandemia.

Aqui, no Brasil, a ideia foi adaptada por vários estados: Piauí, Rio de Janeiro e Minas Gerais, no interior do estado por um médico e professor da Universidade Federal de Lavras, Hélio Haddad Filho.

Em cima dessas máscaras de mergulho, o snorkel, para respirar, é retirado, e adaptada uma conexão produzida em impressora 3D. A função desse conector, já que a máscara de mergulho pega o rosto todo, é uma máscara facial total, é impedir a eliminação de partículas respiratórias para o ambiente. O conector une a máscara ao ventilador mecânico”, explica Haddad.

O uso de máscaras de mergulho adaptadas possibilitaram o retardamento da intubação de pacientes doentes e também ajudaram no tratamento de quem teve que respirar utilizando os aparelhos mecânicos e saiu dos estado grave. Em geral, nesses casos, o doente precisa de auxílio mesmo após a recuperação.

A partir de 2021, você poderá visitar o Titanic

A partir de 2021, você poderá visitar o Titanic

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A empresa de turismo OceanGate Expeditions levará pessoas para visitar o naufrágio do Titanic a partir de 2021. O transatlântico afundou em 1912 depois de colidir com um iceberg em sua primeira viagem, quando ia de Southampton (Inglaterra) a Nova York, matando 1.500 pessoas.
Até então um seleto clube de pessoas viu os destroços do navio, entre eles o diretor James Cameron, cineasta responsável pelo filme sobre o transatlântico em 1997. Para quem não lembra, longa foi protagonizado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, recebeu catorze indicações e venceu em onze categorias.
As primeiras seis viagens já estão esgotadas, com 26 pessoas reservando lugares. As visitas serão realizadas de maio a julho próximo ano, por meio de um submarino especial da OceanGate Expeditions capaz de resistir a pressões em grandes profundidades.
Mas se você se interessou em participar desta aventura terá que responder a um questionário, informando altura e peso. Já estão vetadas as pessoas que sofrem de claustrofobia e problemas de enjoo no mar.
Além disso, há um etapa antes de ver o navio: um treinamento para saber se o aventureiro suporta ficar em um submarino com espaço reduzido.
Ah! O pacote de oito dias custa R$ 718 mil, com viagem de navio partindo de Saint John (Terra Nova, Canadá) e o mergulho dura cerca de oito horas. Uma aventura interessante, porém cara e desgastante.

Veja o trailer de 'Titanic - O Filme' (1997).

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Hilma Hooker: o cargueiro que virou local de mergulho

Hilma Hooker: o cargueiro que virou local de mergulho

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Era verão de 1984 quando o Hilma Hooker, cargueiro holandês de 1951, apresentou problemas em Bonaire, no Caribe, e foi rebocado porto de Kralendijk com dificuldades técnicas.  A embarcação de 236 pés, construído em Krimpen aan den IJssel, na Holanda, começava a levantar suspeitas das autoridades locais.
De pose da documentação do navio, elas fizeram uma pesquisa na Interpol e no FBI e descobriram que o cargueiro vinha sendo investigado por tráfico de drogas. Vasculhando a embarcação, descobriram uma falsa antepara com 10 toneladas de maconha. A tripulação do Hilma Hooker foi presa e, o navio, apreendido.
Mas operadores de mergulho viram na embarcação uma possibilidade de construir um local que serviço de atração para quem quisesse se aventurar nas águas de Bonaire e pressionaram o governo. A localização do naufrágio foi escolhida a dedo para mergulhadores; fica a pouca distância da costa, próxima a dois recifes de coral e dentro de limites do mergulho recreacional. No 12 de setembro de 1984 o Hilma Hooker foi afundado.
Este vídeo mostra como é explorar o cargueiro holandês. Em nosso último post mostramos a farra do uísque.
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Conheça o cemitério dos transatlânticos na Turquia

Conheça o cemitério dos transatlânticos na Turquia

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A crise provocada pelo novo coronavírus acertou em jeito as empresas de cruzeiro. Um sinal disso está na cidade de Aliaga, na Turquia, onde está localizado um estaleiro especializado em reciclagem naval e que agora é o destino de transatlânticos de empresas como Pullmantur, Carnival Cruises e Royal Caribbean.

Uma matéria do jornal O Globo mostra que a cidade, que está bem próxima de portos turcos de Bodrum, Kusadasi e Istambul, que dão acesso mezzo europeu e mezzo asiático, virou destino para os transatlânticos. A crise na indústria de turismo fez que os cruzeiros sumissem do litoral da Turquia e, quando eles aparecem, o destino é o ferro velho de Aliaga.

Algumas das embarcações já estiveram na costa brasileira. Mas enquanto a situação na área turística é bem ruim, quem trabalha no desmonte dos transatlânticos não tem do que reclamar. Segundo Kamil Onal, presidente de uma das associações de reciclagem naval da cidade, o movimento desse setor nunca foi tão bom.

Mas depois da pandemia, os navios de cruzeiro mudaram o curso em direção a Aliaga de uma forma muito significativa. Houve um crescimento do setor por conta da crise. Quando os navios não encontraram trabalho, passaram a desmontar“, disse em entrevista à Reuters.

Alguns desses transatlânticos são considerados clássicos como é o caso do Sovereign,  considerado um dos primeiros “meganavios”. Ele foi o precursor das embarcações gigantescas que conhecemos atualmente hoje. Com 12 deques, foi o maior navio do mundo em sua época, e estabeleceu padrões de grandeza, design e áreas de lazer a bordo seguidos pelas décadas posteriores. Esteve no Brasil em 2008.
Outro clássico que está sendo desmontado é o Monarch, inaugurado 1991 e que é de uma classe semelhante ao Sovereign. Ele foi o primeiro grande navio de passageiros a ser comandado por uma mulher, a sueca Karin Stahre-Janson, em 2007. Mas nem toda essa história foi capaz de impedir o destino dele.
A matéria mostra ainda que o desmantelamento de um navio de passageiros completo, do porte dos transatlânticos, pode levar cerca de seis meses. Até janeiro de 2020, o  estaleiro gerou um volume de 700 mil toneladas de aço desmontado e deve chegar a 1,1 milhão de toneladas por mês até o final do ano. Nesta área nada é desperdiçado e até os componentes não metálicos são reaproveitados por gente do setor de hotelaria, que visitam o local para procurar itens.
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Naufrágio criou ‘farra do uísque’ na Escócia

Naufrágio criou ‘farra do uísque’ na Escócia

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Sempre gostamos de falar sobre mistérios e lendas, mas sem essa de história de pescador.  Foi o caso do naufrágio do cargueiro SS Politician, na Ilha de Eriskay, costa Escócia, durante a 2ª Guerra Mundial. Esse navio gerou uma farra do uísque, na época uma bebida muito valiosa por causa da escassez.

Conheça a história neste podcast da BBC Brasil.

Como foi mostrado pela emissora, a farra do uísque virou livro e ele foi adaptado para o cinema. A comédia ‘Wishy Galore’ (2017) é uma refilmagem de uma produção lançada em 1949.
Alguns mergulhadores visitaram o naufrágio escocês em 2016 e colocaram as imagens no YouTube como mostra o vídeo abaixo.
A farra do uísque lembra muito o ‘Verão da Lata’, ocorrido no Brasil em 1987.  Mas isso é história para outro post.
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Sete curiosidades sobre Jacques-Yves Cousteau

Sete curiosidades sobre Jacques-Yves Cousteau

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A vida do oceanógrafo Jacques-Yves Cousteau foi cheia de aventuras e grandes contribuições para a ciência. Para mostrar a importância deste francês, trouxemos algumas curiosidades sobre ele.

Acidente

Jacques Cousteau sonhava em ser uma aviador naval, mas um grave acidente de carro, aos 26 anos, mudou tudo. Não pode voltar ao treinamento para pilotar um avião e teve que fazer exercícios para fortalecer os braços quebrados, com isso resolveu nadar.

II Guerra

Foi premiado com a Cruz Militar por causa do engajamento na luta contra os nazistas. Serviu como oficial de artilharia na Marinha francesa, atuando numa operação de bombardeio a base naval italiana em Gênova. Quando a França se rendeu, em 1940, ele trabalhou no serviço de inteligência.

Calypso

Em 1950 a Guiness compra o Calypso, um antigo caça-minas usado na II Guerra. O navio foi alugado para Cousteau, agora com 40 anos, pelo preço simbólico de 1 franco por ano. Cousteau adaptou o Calypso como laboratório móvel para pesquisa de campo e como seu principal veículo para mergulho e filmagem.

Primeiro livro

Foi a bordo do Calypso que Cousteau filmou ‘Silent World’, uma versão cinematográfica do seu livro homônimo. Feito em cores, o documentário mostrava imagens submarinas e ganhou o Oscar de Melhor Documentário em 1957.

Cidade submarinas

Talvez uma curiosidades mais interessantes sobre Cousteau é que ele participou de três projetos para a construção de cidades submarinas na década 1960: Precontinent I, Precontinent II e Precontinent III. A ideia era fazer com que as pessoas pudessem viver e trabalhar no fundo do mar.

Viagem à Amazônia

Nos anos de 1980, quando a Amazônia era desconhecida da maioria das pessoas, Cousteau e o Calypso estiveram aqui. Permaneceram na região por 1 ano e meio. Ele definiu como uma das aventuras mais importantes da vida. A viagem rendeu livros e documentários.

Morte

Um ataque cardíaco levou Jacques-Yves Cousteau em 25 de junho de 1997, duas semanas após o seu 87º aniversário. Ele foi enterrado no vilarejo onde nasceu, chamado Saint-André-de-Cubzac. Em homenagem ao oceanógrafo, uma rua da região foi batizada de ‘Rue du Commandant Cousteau’.

Cousteau definiu desta forma o seu primeiro mergulho, em 1943:

Olhei para o mar com o mesmo sentimento de invasão que senti em cada mergulho. Um pequeno canyon abriu-se abaixo, cheio de plantas aquáticas cor verde-escura e ouriços do mar negros e de algas brancas que pareciam pequenas flores. Alguns peixinhos surgiram no cenário. A areia escorregou para o infinito claro e azul. A luz do sol incidiu nos meus olhos com tal brilho que eu mal podia abri-los. Mantendo os braços ao longo do corpo, movi as nadadeiras lentamente e desci, ganhando velocidade, vendo a praia sumir. Parei de bater as pernas e o impulso me fez deslizar de um modo fabuloso.

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