Rio de Janeiro terá guia de mergulho com mapeamento de belezas naturais

Rio de Janeiro terá guia de mergulho com mapeamento de belezas naturais

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O Rio de Janeiro tem muitas belezas escondidas do fundo do mar e que agora estão sendo reveladas no primeiro guia de mergulho do Rio de Janeiro. Um mapeamento que é resultado do projeto Ilhas do Rio, criado pelo Museu Nacional. Dentre os tesouros identificados está uma “esponja-carioca” de cinco centímetros de diâmetro, chamada Latrunculia janeirensis, espécie descoberta há seis anos.

O lançamento do ‘Guia de Biodiversidade Marinha e Mergulho nas Ilhas do Rio’ está previsto para dezembro. No projeto estão envolvidos 19 pesquisadores do Rio e de São Paulo, que mapearam 300 espécies da fauna e da flora marinha. Eles destacaram também 10 pontos da costa, incluindo naufrágios, como pontos de mergulho. Tudo com informações e fotos, na publicação que será bilíngue e gratuita.

Revelações do Guia

Dentre o conteúdo que será apresentado no guia, estão informações sobre espécies que até agora só podem ser encontradas no Monumento Natural das Ilhas Cagarras. A área é habitat do polvo Octopus Vulgaris, um molusco que é cobiçado pelos pescadores. Também é lá que podem ser visto ouriço-do-mar-gigante (Diadema antillarum), raro no litoral carioca, mas que pode ser observado nas ilhas Comprida e Filhote da Cagarra.

Com informações de O Globo.

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Conheça mais sobre a Oxigenação Turismo, parceira da Onda Azul

Conheça mais sobre a Oxigenação Turismo, parceira da Onda Azul

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Você já deve ter visto o nosso calendário de cursos para a temporada de verão. Mas ministrá-los não será possível se não tivermos ao nosso parceiros como a Oxigenação Turismo. Ela é a nossa operadora de turismo e responsável por tornar possíveis todas as ações que organizamos na Onda Azul.

Para quem não sabe, Oxigenação Turismo é a melhor empresa de turismo de mergulho do Brasil. Eles nos ajudam a resolver os trâmites burocráticos para que você não se preocupe na hora de mergulhar conosco. Sandro Cesar, que é diretor da operadora, vem trabalhando no setor desde 1995, como ele revela nesta entrevista.

Um ponto importante é que a Oxigenação Turismo foi a responsável pelo maior evento de mergulho da América Latina, o PADI Dive Festival em São Paulo, justamente pelo conhecimento na realização de muitos eventos com grande número de público, e que envolva uma logística complexa, reservas de viagens e acomodação em hotéis.

Veja a entrevista completa de Sandro Cesar ao site Mergulho Brasil.

Então, se você quer viajar conosco, pode ficar tranquilo porque temos ao nosso lado a Oxigenação Turismo. O diretor da operadora garante que ela está crescendo e numa rota firme no mercado. É claro que desejamos muito sucesso para a empresa.

Com informações do site Mergulho Brasil.

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Veja o calendário de cursos de mergulho da Onda Azul para a temporada de verão

Veja o calendário de cursos de mergulho da Onda Azul para a temporada de verão

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O Onda Azul vai ter uma série de cursos de mergulho para a temporada de verão, começando no dia 25 de novembro. São oito oportunidades, com formações práticas que vão desde o básico até a profissionalização no mergulho, passando por várias especialidades. Para se inscrever, você deve preencher o formulário do curso no qual tem interesse.

Abaixo, a lista deles:

Básico (Open Water)

25 de novembro de 2019
Porta de entrada para o mundo submarino, torne-se um mergulhador internacional aprendendo as técnicas necessárias com todo conforto e segurança.

Avançado (Advanced Open Water)

02 de dezembro de 2019
Este é o seu caminho para evoluir e continuar indo cada vez mais fundo e mais longe nos seus mergulhos.

Dive Master (Dive Master)

9 de dezembro de 2019
Primeiro passo na sua carreira como profissional, irá abrir as portas de operações embarcadas, viagens, formação de grupos como guia e auxiliar instrutores e assistentes em aulas emocionantes.

Identificação e comportamento de tubarões (Shark ID and Behavior)

16 de dezembro de 2019
Entenda, conheça e reconheça os verdadeiros donos da casa! Os tubarões são magníficos e você pode ainda entender seu comportamento e linguagem corporal. Onde e com quais mergulhar!

Instrutor assistente (Instructor Assistent)

06 de janeiro de 2020
Este é para você que já sabe o que quer da vida e do mergulho! Primeiro passo para os que serão os futuros mestres no mergulho, você irá aprender como trilhar esta bela carreira profissional com potencial de memórias e vivências incríveis.

Nitrox (Nitrox)

13 de janeiro de 2020
Você quer estender seus limites de tempo nos mergulhos, ficando mais tempo embaixo d’água? Habilitação ideal para sua viagem de mergulho, permitindo que você faça mais mergulhos e mais longos do que se estivesse respirando ar comprimido!

Primeiros-socorros (First Aid)

27 de janeiro de 2020
Você sabia que a maior parte dos acidentes de mergulho acontecem no barco, na entrada de praia e em contato com o fundo do mar? Este curso atende não só a socorros em mergulhos, mas no seu dia a dia! Prepare-se para ajudar e não aumentar problemas!

Resgate (Rescue)

20 de janeiro de 2020
Este é o curso que fará a maior diferença na sua vida! Irá torná-lo um dupla melhor! E trará mais segurança para você mesmo! Aprenda a se antecipar, evitar problemas, se auto socorrer e ao seu dupla e outros!
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‘Tudo de errado que a gente faz no Brasil está concentrado em Fernando de Noronha’, alerta Amyr Klink

‘Tudo de errado que a gente faz no Brasil está concentrado em Fernando de Noronha’, alerta Amyr Klink

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O navegador e escritor Amyr Klink resolveu falar sobre os problemas que estão acontecendo no Arquipélago de Fernando de Noronha (PE). A região, conhecida como um dos locais mais importantes para o mergulho, faz parte de um ecossistema único e que merece ser preservado. O depoimento dele serve de alerta para que nós, mergulhadores, façamos um compromisso com a preservação.

Veja o vídeo:

O fundador da Divers For Sharks, Paulo Guilherme Pinguim, concorda com a visão de Amyr Klink e vê com apreensão o que está acontecendo no arquipélago. “Em Noronha, o termo Paraíso faz sentido. É o único local de mergulho no Brasil que pode bater o Caribe, gerando turismo e que deveria ter tratamento de primeiro mundo, mas sofre com o ‘jeitinho brasileiro‘. Perde a natureza, perdem os brasileiros e os mergulhadores”, salienta.

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Óleo no Nordeste pode impactar o mergulho… e muito!

Óleo no Nordeste pode impactar o mergulho… e muito!

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Gostaríamos escrever sobre mais uma dica de mergulho, porém diante do crime ambiental ocorrido na costa nordestina, resolvemos manifestar nossa preocupação. Afinal, o mar é fonte para os textos deste blog e para as atividades da Onda Azul. A situação ameaça o turismo e os principais pontos de mergulho da região. São mais de 150 áreas atingidas, 68 municípios, neste derramamento que é o maior em extensão nos últimos 30 anos.

Enquanto voluntários e as autoridades locais se mobilizam, o Governo Federal está mais preocupado em culpar alguém. É o que mostra esse texto dos nossos parceiros da Divers For Sharks. Nele há um resumo do que aconteceu até agora e como a inércia do Ministério do Meio Ambiente pode gerar danos irreversíveis ao litoral nordestino. As imagens deixam qualquer mergulhador de coração partido.

Entre as áreas de mergulho ameaçadas, duas merecem destaque: a Costa dos Corais, região de 130 km entre Alagoas e Pernambuco; e o Arquipélago de Abrolhos, no Sul da Bahia. O primeiro é o segundo maior banco de arrecifes do mundo, que durante a maré baixa podem ser sufocados. Já a segunda é uma área importante para a reprodução das baleias jubarte no Atlântico-Sul, cujo período começa em novembro.

Das áreas atingidas no Nordeste, 16 delas são usadas por aves de espécies migratórias e são importantes para a passagem ou temporada. A contaminação acontece justamente no período em que acontece o ciclo de viagens desses animais. Na imagens que estão sendo divulgadas é possível ver que o óleo já conseguiu matar alguns deles.

“Nesses lugares de descanso, as aves procurar uma sujeirinha como galhos, folhas, para não chamar a atenção do predador. Nos preocupamos porque a interferência [do óleo] não afeta só o local onde se alimentam, mas essa sujeira oleosa pode ser vista como local de refúgio e fazer como eles se melem”, explica Renato Gaban-Lima da Universidade Federal de Alagoas em entrevista ao UOL.

O turismo ainda não sofreu impacto, visto que ainda estamos no período de baixa temporada. Porém há confirmação de que o óleo chegou a locais como Praia de Carneiros (PE), Lençóis Maranhenses (MA), Pipa (RN), Porto de Galinhas (PE) e Morro de São Paulo e Itacaré (BA). Enquanto uma ação grandiosa não vem, resta torcer pelo trabalho dos voluntários e das autoridades locais, pois os danos podem durar por 20 anos.

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Banco de corais desconhecido é descoberto no arquipélago de Fernando de Noronha

Banco de corais desconhecido é descoberto no arquipélago de Fernando de Noronha

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A descoberta de uma nova banco de corais no arquipélago de Fernando de Noronha pode criar um novo ponto de mergulho. O local foi localizado por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco e pode ser a maior do tipo no Brasil. O mais importante é que esse ecossistema pode ajudar a reconstruir outras regiões destruídas pelas Mudanças Climáticas ou pela ação humana.

Clique na imagem para assistir o vídeo no Globoplay do Jornal Nacional exibido no dia 09 outubro de 2019
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A breve história do SS President Coolidge

A breve história do SS President Coolidge

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Espiritu Santo é um destino conhecido no mundo do mergulho como uma das melhores áreas para a atividade. Uma das razões é o SS Presidente Coolidge, considerado um dos naufrágios mais acessíveis que se tem conhecimento.

O presidente SS Presidente Coolidge foi comprado pela Dollar Steamship Company em outubro de 1929, juntamente com seu navio irmão, o Presidente SS Hoover, por pouco mais de US$ 7 milhões cada. Ele foi lançado no dia 21 de fevereiro 1931 pela primeira-dama Grace Coolidge. O batismo foi feito com uma garrafa de água do rio Black River, que passava pelas terras do ex-presidente Calvin Coolidge. Além disso, o EUA viviam a Lei Seca.

Era um navio de luxo, digno do nome presidencial. Na época, o navio (junto com seu navio irmão) era o maior navio mercante construído nos EUA. Chegando a 654 pés, 3 polegadas de comprimento, 81 pés em viga, com uma profundidade de 34 pés e pesando 21.936 toneladas. Foi projetado para acomodar 988 passageiros, além de uma tripulação de 385 pessoas. Não foram poupadas despesas com a decoração do interior, comparável com os melhores hotéis da época. O entretenimento a bordo ‘era o estado da arte’, incluindo duas piscinas de água salgada, academia, cinema, bolsa de valores, salão de beleza e “ar condicionado” por toda parte. Todos os quartos tinham telefone com as cabines de primeira classe e muitos da classe especial tinham banheiros privativos.

Rotas e falência

Lançado em 10 de setembro 1932, o SS Presidente Coolidge obteve sucesso como navio de cruzeiro de primeira classe. Operava em San Francisco, visitou portos como Honolulu, Yokohama, Xangai, Hong Kong e Manila, estabelecendo recordes para travessias transpacíficas, tanto para o leste quanto para o oeste, algumas por até 14 horas. Apesar da depressão econômica, o SS Presidente Coolidge e o SS Hoover eram navios lucrativos. Isso ocorreu em parte por causa de um subsídio por correio do governo dos EUA. Eles eram os navios mais lucrativos da linha. Em 1937, a Dollar Liners foram forçados a alterar suas rotas devido ao crescente conflito entre o Japão e a China, que tornou o porto de Xangai inoperante. De Kobe, o SS Hoover foi instruído a pular Xangai e navegar diretamente para Manila. Ao tentar navegar pela costa nordeste de Taiwan, nos 11 dezembro de 1937, encalhou na Ilha Hoishoto, em parte devido ao mau tempo, e mais tarde foi declarada uma perda completa. Isto, em conjunto com a má gestão grave, levou a Dollar Liners a se tornar insolvente, e por sua vez, sendo tomada pelo governo dos EUA, mudando o nome da empresa para American President Lines Ltd. em 1º de novembro 1938.

Nem um ano depois, a guerra eclodiu na Europa; serviços de transporte normais foram interrompidos quando as rotas se tornaram perigosas. Os Estados Unidos primeiro armazenaram material e depois forneceram suprimentos para as forças aliadas. O Presidente Coolidge, juntamente com outros navios de passageiros, foi mantido ocupado durante os primeiros anos da guerra, evacuando cidadãos americanos de toda a Ásia e posteriormente servindo como transporte para o exército americano, reforçando as guarnições do Pacífico. Foi em uma de suas últimas viagens como navio de cruzeiro que ela estabeleceu um recorde histórico para navios mercantes no número total de passageiros transportados em serviço normal.

Um ano depois, a guerra eclodiu na Europa; serviços de transporte normais foram interrompidos quando as rotas se tornaram perigosas. Os Estados Unidos primeiro armazenaram material e depois forneceram suprimentos para as forças aliadas. O SS Presidente Coolidge, juntamente com outros navios de passageiros, foi mantido ocupado durante os primeiros anos da guerra, evacuando cidadãos americanos de toda a Ásia e posteriormente servindo como transporte para o exército americano, reforçando as guarnições do Pacífico. Foi em uma de suas últimas viagens como navio de cruzeiro que ela estabeleceu um recorde histórico para navios mercantes no número total de passageiros transportados em serviço normal.

Como escolher o seu destino?

Lançado em 10 de setembro 1932, o SS Presidente Coolidge obteve sucesso como navio de cruzeiro de primeira classe. Operava em San Francisco, visitou portos como Honolulu, Yokohama, Xangai, Hong Kong e Manila, estabelecendo recordes para travessias transpacíficas, tanto para o leste quanto para o oeste, algumas por até 14 horas. Apesar da depressão econômica, o SS Presidente Coolidge e o SS Hoover eram navios lucrativos. Isso ocorreu em parte por causa de um subsídio por correio do governo dos EUA. Eles eram os navios mais lucrativos da linha. Em 1937, a Dollar Liners foram forçados a alterar suas rotas devido ao crescente conflito entre o Japão e a China, que tornou o porto de Xangai inoperante. De Kobe, o SS Hoover foi instruído a pular Xangai e navegar diretamente para Manila. Ao tentar navegar pela costa nordeste de Taiwan, nos 11 dezembro de 1937, encalhou na Ilha Hoishoto, em parte devido ao mau tempo, e mais tarde foi declarada uma perda completa. Isto, em conjunto com a má gestão grave, levou a Dollar Liners a se tornar insolvente, e por sua vez, sendo tomada pelo governo dos EUA, mudando o nome da empresa para American President Lines Ltd. em 1º de novembro 1938.

Nem um ano depois, a guerra eclodiu na Europa; serviços de transporte normais foram interrompidos quando as rotas se tornaram perigosas. Os Estados Unidos primeiro armazenaram material e depois forneceram suprimentos para as forças aliadas. O Presidente Coolidge, juntamente com outros navios de passageiros, foi mantido ocupado durante os primeiros anos da guerra, evacuando cidadãos americanos de toda a Ásia e posteriormente servindo como transporte para o exército americano, reforçando as guarnições do Pacífico. Foi em uma de suas últimas viagens como navio de cruzeiro que ela estabeleceu um recorde histórico para navios mercantes no número total de passageiros transportados em serviço normal.

Um ano depois, a guerra eclodiu na Europa; serviços de transporte normais foram interrompidos quando as rotas se tornaram perigosas. Os Estados Unidos primeiro armazenaram material e depois forneceram suprimentos para as forças aliadas. O SS Presidente Coolidge, juntamente com outros navios de passageiros, foi mantido ocupado durante os primeiros anos da guerra, evacuando cidadãos americanos de toda a Ásia e posteriormente servindo como transporte para o exército americano, reforçando as guarnições do Pacífico. Foi em uma de suas últimas viagens como navio de cruzeiro que ela estabeleceu um recorde histórico para navios mercantes no número total de passageiros transportados em serviço normal.

Vida nova

Quando os Estados Unidos entraram na guerra, após o ataque a Pearl Harbor pelos japoneses no final de 1941, todo o transporte foi controlado pela War Shipping Administration. O SS Presidente Coolidge foi reformado e pintado de cinza marinho, para iniciar sua segunda vida como transporte de tropas e transportar soldados e suprimentos vitais para o Pacífico. Curiosamente, a Marinha dos EUA ‘sugeriu’ alguns elementos no projeto do SS Presidente Coolidge (e do Hoover) que facilitaram a conversão, incluindo a capacidade de montar armamentos defensivos nos conveses dos navios. Quando a conversão foi concluída, a maioria dos itens e móveis luxuosos havia sido removida, embarcada ou substituída por equipamentos mais utilitários. Equipado, ele podia transportar mais de 5.000 soldados, mais tripulação e banheiros extras foram adicionados para atender ao aumento da capacidade humana.

O SS Presidente Coolidge fez uma série de pistas para o Sul-Pacífico transportando tropas e suprimentos antes que ela fez sua última viagem de San Francisco no 6 º de outubro 1942 com destino a que era então conhecido como o Novas Hébridas e a ilha de Espiritu Santo.

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Você está preparado para uma viagem embarcada? Veja as dicas

Você está preparado para uma viagem embarcada? Veja as dicas

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Uma viagem embarcada, em geral, é um dos primeiros sonhos de quem começa a praticar o mergulho de forma profissional. Porém, antes de realizar este desejo, é necessário que você esteja preparado. Por isso, preparamos algumas dicas para quem quer, literalmente, embarcar nesta aventura.

Você está preparado?

Talvez essa seja a pergunta mais difícil de responder. Uma viagem embarcada pressupõe uma aventura sem muito conforto ou mordomias dentro de um barco. Recomendamos que você tenha bastante vivência mergulhando antes de entrar neste tipo de aventura. Avalie ainda qual o tipo de mergulho que será feito no destino: um mergulho em destroços; visita à cavernas submersas, etc. O importante que você tenha maturidade e experiência para essa experiência e isso, algumas vezes, são características bem relativas.

Como escolher o seu destino?

Uma viagem embarcada pode te colocar para mergulhar nos melhores locais do mundo. Por exemplo, você pode escolher ver um animal específico, como as baleias na Ilha de Abrolhos ou explorar um naufrágio famoso. É necessário entender as condições de mergulho também e a temperatura que você encontrará durante essa aventura. Além disso, o equipamento que você necessita.

Pode ser ainda que durante a viagem, haja mudança de planos por causa das condições do mar. É necessário estar preparado para isso. Afinal de contas, o capitão do barco e a equipe zelam pela segurança de quem vai mergulhar.

O que você deve levar?

Um dos grandes erros desse tipo de viagem é o excesso de bagagem. Em geral, um mergulhador na sua primeira viagem imagina tudo aquilo que vai precisar e leva o dobro. Ledo engano!

Faça uma lista de itens que você vai precisar e outra com equipamentos que precisam de manutenção ou ajustes para a aventura. Faça uma checagem da bateria do computador de mergulho, das lanternas e das câmeras. Tenha sempre uma máscara extra e tiras para nadadeiras. Se você não quer levar todo o seu equipamento, pergunte a empresa responsável pela viagem se haverá material para alugar e quais serão.

Lembre-se de carregar roupas confortáveis para os momentos em que você não estiver mergulhando. Verifique a previsão do tempo para saber quais roupas você tem que levar e, o mais importante, tenha em mente que não haverá muito espaço dentro do barco.

Finalmente: se preocupe em levar medicamentos básicos ou qualquer outro que você faça uso.

Você precisa de uma companhia?

Se a resposta é não, a maioria das empresas que oferecem o serviço levam grupos de pessoas. É uma ótima oportunidade para fazer amigos. Além disso, em geral, o esquema de mergulho é feito em duplas, com os responsáveis colocando mergulhadores com o mesmo nível de experiência.

Se a sua dupla não combina com você, converse com o responsável pela viagem para haja um consenso entre vocês.

Como serão as acomodações?

Conforme falamos no início do texto, não espere muito conforto para esse tipo de viagem. Nada de cabines privativas, por exemplo. Mas tudo depende também de quanto você está investindo neste tipo de experiência. Pode ser que você tenha que dividir o banheiro e acomodações com os outras pessoas. Faça uma pesquisa e procure saber essas informações.

Quanto mais conforto você quiser, mais caro vai custar o serviço. Tente saber previamente quantas pessoas estarão com você nesta aventura.

Despesas extras!

Esteja preparado para despesas extras, afinal imprevistos podem acontecer. Além disso, se você precisa dormir em um hotel antes de embarcar, isto tem que estar previsto no seu orçamento. Aproveitar para fazer outros passeios ou visitar áreas turísticas durante essa viagem podem gerar mais custo.

Além disso, tenha sempre dinheiro guardado para uma emergência e faça um seguro viagem. Prevenção nunca é demais! A dica que damos nesta tópico é colocar 20% a mais sobre o valor total. Além disso, preste atenção no serviço que foi pago, pois se a equipe responsável pelo barco enxugar o seu equipamento de mergulho, por exemplo, isso pode gerar uma cobrança extra.

Boa viagem!

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Diminui o avistamento de tubarões-baleia no Caribe

Diminui o avistamento de tubarões-baleia no Caribe

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Uma situação preocupante no Mar do Caribe: diminui a quantidade de tubarões-baleias avistadas naquela região. Considerado um dos habitats espécie por causa das águas oceânicas tropicais e quentes temperadas, além da farta quantidade de alimentos.

As causas passam pela poluição dos mares, a pesca predatória, mas também pelo turismo desenfreado. São muito os casos de animais que ficam machucados por causa dos barcos que se aproximam dos animais. Além disso, o contato em geral interrompe o processo de alimentação dos peixes. Como mostra o vídeo abaixo.

Nós, mergulhadores, não devemos apoiar esse tipo de turismo predatório. Mais do que isso, devemos trabalhar pela preservação dos locais que são a base das nossas atividades: os mares.

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Como se formam as ressacas

Como se formam as ressacas

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As ressacas são fenômenos comuns durante o inverno no Hemisfério Sul. Causadas principalmente por eventos que acontecem no mar e , dependendo, por causa do vento forte. Este último ao soprar sobre a superfície do oceano, formando ondas com pequena amplitude chamadas ondas capilares. No entanto, isso permite a transferência de energia constantemente para a superfície do mar, um processo complexo, porém quanto maior for o período no qual o vento sopra e sua intensidade, maiores serão as ondas.

Além disso, existem eventos meteorológicos intensos como os ciclones sobre os oceanos, divididos em tropicais, subtropicais e extratropicais. Todos eles são sistemas de baixa pressão atmosférica onde o ar se movimenta no sentido horário, no Hemisfério Sul, e no sentido anti-horário no Hemisfério Norte como explica o site do Climatempo. E isso acontece na costa brasileira com mais frequência do que você pensa.

As ressacas são mais comuns em duas épocas do ano, como explica o Dr. Jeferson Prietsch Machado, professor de Meteorologia na Unesp. “Se focarmos no Litoral Sul e Sudeste do Brasil, as ressacas podem ocorrer em qualquer época do ano. Entretanto, é mais comum durante o inverno e a primavera, quando a formação dos ciclones extratropicais ocorre com maior frequência”, salienta.

Para piorar a situação, a profundidade das áreas litorâneas influenciam na formação das ondas. Quanto mais rasas, maior pode ser a altura das ondas. Junto com os ciclones e o vento forte, a situação pode gerar uma ressaca mais forte dependendo da área. Além disso, formação das praias, a direção em que ela aponta são outros fatores que podem aumentar a destruição provocada pelo mar.

Ah, o Brasil!

Somando isso tudo, temos uma situação de construções irregulares no Brasil, decorrente do formato em que foi feita a ocupação do nosso território. Historicamente temos construções em área de dunas, que representam uma situação de risco. Além disso, quem nunca sonhou em ter uma segunda casa numa área de praia? Em geral, essas ocupações são feitas em faixas de areia ou duna, vulneráveis às ressacas do mar.

Soma-se isso a falta de fiscalização do Poder Público, que sempre foi omisso para essa situação. Não só por permitir construções irregulares no litoral, mas também por incentivar a ocupação e realizar obras nas faixas litorâneas do país. Em 10 anos essa prática gerou R$ 270 bilhões de prejuízo aos nossos cofres. Enquanto isso, o interior do Brasil continua com uma ocupação territorial baixíssima.

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